- O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, pediu que as Nações Unidas se reponham no cenário global para proteger a democracia, ameaçada por nacionalismo, conflitos e desigualdade.
- Ramaphosa destacou a necessidade de a ONU reforçar sua atuação internacional para enfrentar esses desafios.
- O movimento faz parte de uma tendência entre economias emergentes de contestar a aplicação desigual das regras globais.
- Membros do BRICS, como Brasil e Índia, têm repetidamente pedido reformas na Organização das Nações Unidas.
- A China já havia acusado os Estados Unidos e outras nações ocidentais de aplicar padrões duplos ao direito internacional.
O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, pediu à Organização das Nações Unidas que se reative no cenário global para defender a democracia, ameaçada por nacionalismo ressurgente, conflitos e crescimento da desigualdade.
Durante pronunciamento em os EUA, Ramaphosa destacou a necessidade de a ONU reafirmar sua atuação em questões globais, visando reduzir lacunas entre-nações e fortalecer instituições multilaterais.
A fala faz parte de um movimento entre economias emergentes que contestam a suposta aplicação seletiva das regras globais por grandes potências, segundo observadores.
Entre os signatários do bloco BRICS, Brazil e Índia também defendem reformas na ONU, enquanto a China já criticou o que chama de padrões duplos na aplicação do direito internacional.
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