- A Anistia Internacional afirma que líderes de países como Estados Unidos, Rússia e Israel buscam impor uma nova ordem mundial, de acordo com o relatório anual divulgado em Londres.
- A secretária-geral Agnès Callamard classifica Donald Trump, Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu como “predadores” que promovem estratégias de domínio econômico e violência global.
- O documento critica ações de Israel na Gaza, acusando o país de genocídio, mesmo após acordo de cessar-fogo de outubro de 2025; aponta falta de medidas significativas da comunidade internacional.
- A organização critica a suposta covardia de muitos governos e organismos internacionais, destacando Espanha e Eslovênia como exceções na União Europeia.
- O relatório elogia estivadores na Espanha, França e Marrocos por atrapalharem o envio de armas para Israel e elogia cidadãos americanos que se opuseram às operações da imigração (ICE).
Oito de 2025. A Anistia Internacional publicou seu relatório anual em Londres, apontando uma tentativa de impor uma nova ordem mundial por dirigentes de Estados Unidos, Rússia e Israel. A entidade afirma que essas lideranças buscam substituir a diplomacia pela força.
O documento acusa os EUA de homicídios extraterritários, ataques contra a Venezuela e o Irã, e de ameaçar a Groenlândia. Segundo a AI, esses governos rejeitam normas pós-Segunda guerra e promovem confrontos em vez de diálogo.
A secretária-geral Agnès Callamard classificou Donald Trump, Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu como “predadores” da atual ordem internacional. O relatório sustenta que a estratégia busca domínio econômico e violência global.
A organização acusa Israel de genocídio em Gaza, apesar de um cessar-fogo de outubro de 2025, e critica a falta de medidas significativas da comunidade internacional para responder ao conflito.
Segundo o relatório, muitos líderes internacionais mostraram covardia; a Espanha e a Eslovênia aparecem como exceções ao descreverem a guerra em Gaza de forma crítica. A UE é citada como campo de resistência limitada.
A AI afirma que instituições internacionais sofreram ataques inéditos desde 1948, com sanções a magistrados da Corte Penal Internacional e a retirada de organizações e tratados climáticos pelos EUA.
Para a entidade, o conflito no Oriente Médio exemplifica uma deriva de desrespeito à lei, com ataques ilegais e represálias. O Irã também é citado por repressões a manifestantes em 2026.
Ainda assim, a AI elogia ações de estivadores na Espanha, França e Marrocos que tentam interromper o envio de armas a Israel, bem como a participação de cidadãos americanos contra operações da ICE.
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