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Filipinas, EUA e aliados iniciam exercícios militares para testar prontidão no mundo real

Exercícios Balikatan reúnem 17 mil militares, com França, Nova Zelândia e Japão pela primeira vez, simulando ataques marítimos e defesa aérea perto de Taiwan para testar prontidão em condições reais

Cerimônia de abertura do exercício naval entre Filipinas e EUA — Foto: Noel Celis/Reuters
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  • Filipinas e Estados Unidos iniciam exercícios Balikatan de 20 de abril a 8 de maio, em ilha filipina próxima de Taiwan, para testar prontidão em condições reais.
  • Ao todo participam mais de 17 mil militares, com cerca de 10 mil dos EUA.
  • França, Nova Zelândia e Japão participam ativamente pela primeira vez; Austrália e Canadá já estavam envolvidos.
  • As atividades incluem ataques marítimos, interdição costeira, defesa aérea integrada, operações marítimas multinacionais, contra‑desembarque e tiro real.
  • O objetivo, segundo o chefe das Forças Armadas das Filipinas, é reafirmar a aliança e a responsabilidade de proteger a região.

As forças das Filipinas e dos EUA iniciaram neste mês uma pendência de exercícios de ataque marítimo em uma ilha remota das Filipinas, próxima a Taiwan. O treinamento, que ocorre de 20 de abril a 8 de maio, busca testar a prontidão em condições reais. A iniciativa reúne aliados da região para ampliar a cooperação em defesa.

Os Balikatan, como são chamados, envolvem ataques de precisão, operações de interdição costeira, defesa aérea integrada e exercícios de mísseis. Participam também operações marítimas multinacionais e atividades de contra-desembarque com tiro real, simulando cenários próximos a disputas na região.

Mais de 17 mil soldados devem atuar, incluindo cerca de 10 mil dos Estados Unidos. A presença de forças dos EUA marca o esforço conjunto, com a adesão de novos parceiros na primeira participação ativa: França, Nova Zelândia, Japão, além de Austrália e Canadá.

Participação internacional e alcance

A presença de França, Nova Zelândia e Japão amplia o quadro de cooperação militar nas Filipinas, destacando uma rede de parcerias de segurança para a região.

Objetivos e declarações oficiais

O Chefe das Forças Armadas das Filipinas, Romeo Brawner, afirmou que a meta é reafirmar a força da aliança e a responsabilidade de proteger a região, treinando em toda a extensão do arquipélago e em condições reais nos diversos domínios.

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