- Autoridades japonesas disseram que novos sismos de grande magnitude podem acontecer nos próximos dias, após tremores ao largo da costa nordeste com magnitude 7,7 e profundidade de 19 km, a cerca de 100 km da costa de Sanriku.
- Alertas de tsunami foram emitidos e, posteriormente, rebaixados em parte da região; ainda há áreas sob alerta de tsunami de grande porte em algumas províncias, com outras sob aviso.
- Serviços de trens de alta velocidade continuam interrompidos e cerca de 100 residências ficaram sem energia elétrica.
- A primeira-ministra pediu que pessoas nas áreas afetadas procurem terrenos mais elevados; o secretário-geral do Gabinete orientou permanecer no interior até a suspensão dos alertas.
- Histórico relevante: o Japão registra terremotos de magnitude sete ou superior aproximadamente a cada 16 meses; o evento mais recente similar ocorreu em dezembro de 2025, e o grande desastre de 2011 (Tohoku) teve magnitude nove e causou tsunami devastador.
Após alerta de tsunami, autoridades japonesas indicam possibilidade de novos terremotos de grande magnitude nos próximos dias. Tremores ocorridos ao largo da costa nordeste nesta segunda (20/04) levaram a medidas de precaução.
O sismo teve magnitude 7,7, profundidade estimada em 19 km, em águas cerca de 100 km da costa de Sanriku. O evento ocorreu no mar, longe de áreas urbanas, conforme informes das autoridades.
Alertas de tsunami emitidos previamente foram rebaixados, mas serviços de trens de alta velocidade ficaram suspensos. O governo orienta cautela enquanto se observam desenvolvimentos.
Alerta de tsunami e zonas afetadas
O país mantém níveis de alerta variáveis para diferentes regiões. Iwate, Hokkaido central e Aomori figurem entre as áreas com atenção reforçada, com evacuação para terrenos elevados recomendada.
Moradores de áreas sob alerta devem deixar praias e regiões ribeirinhas, buscando pontos mais altos, conforme orientação da Agência Meteorológica do Japão. Em alguns lugares, áreas costeiras permanecem desocupadas.
Medidas e informações oficiais
Solarmente, o governo informa que cerca de 100 residências ficaram sem energia. Desvios de tráfego e interrupções no transporte de passageiros são observados até a atualização das condições.
A primeira-ministra Sanae Takaichi pediu que a população respeite as instruções de segurança e se desloque para terrenos elevados quando necessário. O secretário-geral do Gabinete, Minoru Kihara, reforçou manter-se no interior.
O Japão registra, em média, um terremoto de magnitude 7 ou superior a cada 16 meses, segundo a Agência Meteorológica. O sismo de Aomori em 2025 foi seguido de um tsunami significativo.
A tragédia de Tohoku, em 2011, com magnitude 9,0, permanece como referência. O evento causou mortes, danos extensos e impacto na Usina de Fukushima, influenciando campanhas de preparação desde então.
O governo continua monitorando a atividade sísmica e as ondas de tsunami. Mantêm-se atualizações sobre possíveis novos abalos e reflexos nos sistemas de infraestrutura.
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