- O papa Francisco morreu em 21 de abril de 2025, aos 88 anos, na Casa Santa Marta, no Vaticano, após sofrer um AVC seguido de insuficiência cardíaca.
- As últimas palavras foram por volta das 5h, quando pediu água ao enfermeiro; a morte foi anunciada às 7h35 (madrugada no Brasil).
- O livro italiano “Padre: um retrato inedito do papa Francisco”, de Salvatore Cernuzio, acompanha a internação, a volta ao Vaticano e o funeral, e ele visitou o pontífice cinco dias antes da morte.
- Cernuzio descreve a relação com Francisco como de avô para neto e afirma que o pontificado foi divisor de águas, com foco no combate a abusos e na abertura de espaços de diálogo na Igreja.
- O primeiro aniversário da morte terá a missa na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, às 18h, transmitida online pelo Vaticano; Leão XIV está em viagem pelo continente africano.
Francisco, o papa argentino, morreu em 21 de abril de 2025, aos 88 anos, na Casa Santa Marta, no Vaticano, após sofrer um AVC seguido de insuficiência cardíaca. A morte ocorreu na manhã seguinte à Páscoa, com o anúncio vindo da conta oficial do Vaticano.
O pontífice tinha enfrentado longa internação e fragilidade associada à idade. As últimas palavras registradas pelo hospital sugerem um estado de mal-estar que evoluiu para o desfecho grave, conforme cronologia divulgada pela Igreja.
Lançamento do livro
O livro Padre: un ritratto inedito di papa Francesco, de Salvatore Cernuzio, chegou ao público italiano no início de abril. O autor, jornalista dos canais do Vaticano, descreve os dias de internação, o retorno ao Vaticano e a morte de Francisco, baseado em relatos próximos.
A obra revela que o jornalista visitou o papa no hospital e esteve com ele na Casa Santa Marta cinco dias antes do falecimento. Segundo o texto, a relação entre ambos é descrita como de parentesco simbólico entre geração de frente e liderança religiosa.
Contexto do papado e aniversario
A publicação marca o primeiro aniversário da morte do pontífice. Em Roma, a programação inclui missa na Basílica de Santa Maria Maior, onde repousa o túmulo de Francisco, com transmissão online pelo Vaticano.
Cernuzio comenta que o legado de Francisco envolve um estilo e uma visão de Igreja mais abertos e transparentes, especialmente no combate aos abusos. O autor aponta ainda a importância de planejar ações frente a crises e tensões dentro da instituição.
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