- Netanyahu condenou veementemente o ato de um militar israelense que martelou uma estátua de Jesus no Líbano; há investigação criminal em curso e medidas disciplinares devem ser tomadas.
- A ação foi registrada em foto tirada em uma aldeia no sul do Líbano, e as Forças de Defesa de Israel confirmaram a autenticidade da imagem.
- A estátua de Jesus crucificado ficou invertida do lado de fora de uma igreja, após o ataque com o martelo.
- A Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa exige ação disciplinar imediata e considera o ato uma grave afronta à fé cristã.
- ACOHL também destacou falhas na formação moral dos soldados e pediu o fim da guerra na região.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, condenou nesta segunda-feira a destruição de uma estátua de Jesus na cruz por um militar israelense. O ato ocorreu em uma aldeia do sul do Líbano, segundo registro fotográfico, e católicos da Terra Santa cobraram punição aos responsáveis. Netanyahu afirmou que as autoridades militares já investigam o caso e que serão tomadas medidas disciplinares cabíveis, reforçando valores de tolerância e respeito mútuo.
A imagem mostra o soldado com um martelo atingindo a estátua, que fica caída ao lado de uma igreja. As Forças de Defesa de Israel têm pesquisado a veracidade da foto e a autenticidade do material divulgado. Não houve confirmação de autoria formal até o momento, e o episódio gerou consternação entre comunidades locais.
Netanyahu comentou pela rede social X que lamenta o incidente e o dano aos fiéis no Líbano e no mundo, sem detalhar eventuais ações disciplinares previstas. O governo israelense afirma estar diante de uma etapa investigativa para esclarecer as circunstâncias.
Líderes católicos da Terra Santa exigem ação disciplinar imediata
Segundo a agência EFE, a Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa pediu medidas proporcionais e rápidas contra o militar envolvido. ACOHL classificou o ato como grave desrespeito à fé cristã e apontou repetições de profanações de símbolos cristãos por membros das FDI no sul do Líbano.
Os bispos destacaram que a ação reflete falhas na formação moral e humana das tropas, abrangendo o respeito ao sagrado e à dignidade alheia. Em nota, a assembleia também pediu o fim da atual guerra na região, destacando o impacto prolongado do conflito sobre comunidades locais e religiosas.
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