Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Trump afirma não ter sido pressionado por Israel a entrar em guerra com o Irã

Trump afirma que Israel não o convenceu a entrar na guerra contra o Irã; tensões no Estreito de Ormuz pressionam negociações entre EUA e Irã no Paquistão

O presidente Donald Trump ouve discursos antes de assinar uma ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca, no sábado, 18 de abril de 2026, em Washington. — Foto: AP/Julia Demaree Nikhinson
0:00
Carregando...
0:00
  • Trump afirmou que Israel nunca o convenceu a entrar em guerra com o Irã, citando os acontecimentos de 7 de outubro e a visão de que o Irã não pode ter arma nuclear.
  • A tensão entre EUA, Israel e Irã persiste desde 28 de fevereiro, com o Estreito de Ormuz sob bloqueio até que haja um acordo final.
  • O Paquistão atua como mediador; JD Vance lidera a delegação americana em negociações previstas para ocorrer no Paquistão, com possibilidade de acordo ser assinado ainda nesta segunda.
  • O Irã ainda não confirmou participação na próxima rodada de negociações; o porta-voz informou que não há decisão tomada no momento.
  • Um cargueiro iraniano, Touska, foi interceptado pelos EUA no Golfo de Omã e permanece sob custódia de fuzileiros navais, com o navio sob sanções.

Donald Trump afirmou nesta segunda-feira que Israel nunca o convenceu a entrar na guerra contra o Irã. Ele disse que eventos de 7 de outubro, somados à sua posição de que o Irã não pode ter arma nuclear, levaram à intervenção, e que os resultados da guerra serão incríveis.

A declaração ocorre num contexto de tensões no Estreito de Ormuz. O bloqueio naval envolve EUA, aliados e o Irã, com sinais de escalada na região, após ações anteriores no âmbito do conflito regional iniciado em 28 de fevereiro.

Conforme reportagem, o presidente reagiu ainda à possibilidade de acordo com o Irã, ressaltando que o cessar-fogo pode ser mantido apenas se houver acordo até o fim da semana. A viagem de JD Vance ao Paquistão integra negociações anunciadas pelos EUA.

No Paquistão, a delegação norte-americana é chefiada pelo vice-presidente, segundo funcionário da Casa Branca, e busca reativar negociações com Teerã. Islamabad atua como mediador no atual ciclo de diálogos entre as partes.

O Irã ainda não confirmou participação na próxima rodada de negociações. O Ministério das Relações Exteriores afirmou que não há decisão tomada sobre a participação neste momento e que não há planos anunciados para a rodada agendada para o Paquistão.

No domingo, Trump anunciou que uma delegação americana viajava ao Paquistão para tentar reativar as negociações, com ameaças de medidas rígidas caso falhem as conversas. O objetivo é suspender ou ajustar ações militares na região.

Nesta segunda, o Comando Central dos EUA divulgou imagens de militares entrando no cargueiro iraniano Touska, interceptado no Golfo de Omã no domingo. Autoridades afirmam que a embarcação tentou furar o bloqueio naval, descrevendo danos na casa de máquinas.

Segundo o governo americano, o navio está sob custódia dos fuzileiros navais e sob sanções do Tesouro. O Irã classificou a ação como violação do cessar-fogo e disse que responderá aos EUA, destacando que a embarcação havia partido da China com destino a um porto iraniano.

O confronto envolve disputas sobre o tráfego de navios no Estreito de Ormuz, ponto crítico para o petróleo global. Enquanto o Irã reabriu a rota, disse posteriormente ter recuado por conta do bloqueio naval dos EUA, ampliando a incerteza sobre as negociações.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais