- Trump afirmou, em 20 de abril, que um novo acordo nuclear com o Irã será muito melhor que o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), assinado em 2015 durante o governo de Barack Obama.
- O presidente classificou o acordo anterior como “um dos piores já feitos” para a segurança dos Estados Unidos e disse que busca um modelo mais rígido para impedir que o Irã tenha armas nucleares.
- Segundo ele, o novo entendimento deverá oferecer maior segurança regional e evitar a produção de armas nucleares por Teerã.
- Trump também voltou a criticar o descongelamento de ativos iranianos em administrações anteriores e sugeriu mudanças estruturais no acordo futuro.
- A CNN Internacional informou que a gestão chegou a avaliar liberar até US$ 20 bilhões em recursos iranianos, valor superior ao previsto no acordo de 2015.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 20 de abril, que um novo acordo nuclear com o Irã será muito melhor do que o JCPOA, o acordo assinado em 2015 durante a gestão de Barack Obama. A declaração foi publicada na rede Truth Social.
Trump classificou o JCPOA como um dos piores acordos já feitos para a segurança norte-americana e afirmou que pretende adotar um modelo mais rígido para impedir que o Irã obtenha armas nucleares. Segundo ele, o novo entendimento visa ampliar a segurança regional.
O republicano também voltou a criticar o descongelamento de ativos iranianos ocorrido em administrações anteriores e sugeriu mudanças estruturais em qualquer novo acordo. A reportagem da CNN Internacional informou que a gestão avaliou liberar até US$ 20 bilhões em recursos iranianos, valor acima do previsto no acordo de 2015.
Contexto
Esses apontamentos surgem em meio a negociações sobre um possível novo acordo nuclear com o Irã, com foco em controle mais rígido de enriquecimento e de sanções econômicas. O objetivo, segundo Trump, é prevenir a construção de armas nucleares no país.
A narrativa de Trump contrasta com avaliações de outras vozes sobre o histórico do JCPOA e sobre as chances de sucesso de um acordo renovado. Oficialmente, não houve anúncio de um acordo formal até o momento.
Analistas apontam que qualquer novo entendimento enfrentará desafios diplomáticos, regionais e técnicos, incluindo fiscalização, verificação e garantias internacionais. A temática segue em debate nos bastidores da política externa norte-americana.
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