- O vice-presidente dos EUA, JD Vance, deve viajar para Islamabad, Paquistão, nesta semana para uma nova rodada de negociações presenciais com o Irã.
- A tentativa anterior de acordo, ocorrida há pouco mais de uma semana, terminou sem consenso, e a realização das novas negociações já era discutida entre as partes.
- A imprensa iraniana estatal afirmou que Teerã ainda não havia aceitado o encontro, horas após o anúncio da viagem feito pelos EUA.
- As negociações ocorrem em meio a tensões após o ataque de um destróier americano a um navio cargueiro de bandeira iraniana no Estreito de Ormuz, classificado pelo Irã como pirataria.
- Participam das negociações, além de Vance, outras figuras de peso, como Mohammad Bagher Ghalibaf, caso o vice-presidente compareça; Trump tem pressionado com propostas duras e declarações públicas.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, viajará a Islamabad nesta semana para uma nova rodada de negociações presenciais com o Irã, no Paquistão. A delegação americana tenta avançar em um acordo, após o insucesso da primeira rodada realizada há pouco mais de uma semana.
Horas antes, o governo iraniano informou que ainda não havia concordado com o encontro, após o anúncio feito por Trump sobre a viagem. A falta de confirmação complica o calendário diplomático de Washington.
O episódio ocorre em meio ao fim de um cessar-fogo de duas semanas no Estreito de Ormuz e à pressão do governo americano por condições para uma trégua duradoura. A Turbulência diplomática alimenta incertezas sobre o desfecho.
Detalhes da próxima rodada
Vance partirá de Washington na terça-feira, 21, conforme dois funcionários americanos. Também atuará na negociação Mohammad Bagher Ghalibaf, figura influente no Irã que integrou a última rodada, caso o vice-presidente compareça.
Contexto e cenário político
Trump manteve o tom agressivo nas redes, prometendo ações duras caso o Irã rejeite seus termos. O Irã, por sua vez, destacou que a continuidade da guerra não beneficia ninguém e sinalizou desconfiança sobre as negociações futuras.
O foco permanece em encontrar uma saída para o conflito, que afeta a economia global e as cadeias de suprimentos de energia. Vance ocupa a posição de negociação central entre interesses internos e pressões internacionais.
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