- Audi, marca da Volkswagen, depende de recuperar as vendas na China para seu futuro.
- A empresa vive queda há três anos consecutivos no país, ficando atrás em design e tecnologia.
- Há o risco de ser superada pela Xiaomi, empresa chinesa que produz celulares e iniciou a venda de carros há dois anos.
- O SUV de exibição no Salão de Beijing também vai depender de tecnologia de parceiros locais, sinalizando mudança na estratégia.
Audi luta para reconquistar espaço na China, mercado-chave para a marca do grupo Volkswagen. As vendas no país vêm em queda por anos, com atraso em design e tecnologia frente aos concorrentes locais.
A fabricante alemã trabalha para reverter o cenário com novos modelos e parcerias locais. A aposta inclui colaboração com Unternehmen chinesas para acelerar desenvolvimento de tecnologia e conteúdo de conectividade.
A situação se agrava diante da chegada de concorrentes como a Xiaomi no setor automotivo, que comenzó a vender carros recentemente e ameaça ampliar a concorrência com ofertas de custo-benefício. A Xiaomi já ganha espaço no segmento com foco em tecnologia integrada.
Audi confirmou que o principal modelo que será apresentado no Salão de Beijing utiliza tecnologia desenvolvida por parceiros locais, sinalizando uma mudança significativa na estratégia de produção e inovação para o mercado chinês.
Estratégias e próximos passos
A marca planeja ampliar a presença com portfólio adaptado ao gosto do consumidor chinês e com acordos de cooperação tecnológica para acelerar o desenvolvimento de sistemas de assistência ao motorista e conectividade.
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