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Barbara Chase-Riboud recusa oferta de pavilhão dos EUA, por não ser o momento

Barbara Chase-Riboud recusou representar os EUA na Bienal de Veneza, afirmando que não era o momento; Eggleston também teria sido convidado e rejeitou.

Barbara Chase-Riboud.
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  • Barbara Chase-Riboud disse que foi convidada para representar os EUA no Pavilhão dos Estados Unidos na Bienal de Veneza, mas recusou, dizendo que “para mim, como cidadã do mundo, não era o momento”.
  • A decisão de Chase-Riboud foi publicada pelo *New York Times*, citando fontes anônimas, e confirmada por uma matéria do *Financial Times* today com a citação da artista.
  • Foi informado também que o fotógrafo William Eggleston recebeu a mesma oferta e também recusou; ele não comentou publicamente.
  • O convite foi feito pela American Arts Conservancy, organização sem fins lucrativos criada em 2025 por Jenni Parido, conforme reportado anteriormente pelo *Artnet News*.
  • O artista Alma Allen, cuja equipe escolheu o comissário e o espaço para o pavilhão, tem enfrentado críticas sobre a adequação da obra ao momento político atual, com debates sobre o tom e o foco do projeto.

Barbara Chase-Riboud revelou ter sido convidada para representar os EUA no Pavilhão da Veneza Bienal, mas recusou. A decisão foi tomada antes da seleção de Alma Allen para o pavilhão deste ano. Chase-Riboud afirmou que, para ela, não era o momento.

Segundo reportagens, o convite ao fotógrafo William Eggleston, também de 86 anos, foi feito, mas ele não comentou publicamente. A informação foi veiculada por veículos britânicos citando fontes não identificadas.

O leilão de escolhas tem como pano de fundo a atuação da American Arts Conservancy, organização responsável pelo convite. A instituição foi criada em 2025 por Jenni Parido, cuja atuação no mundo da arte é pouco conhecida.

Detalhes sobre o processo e as decisões

Alma Allen, a escolhida para representar os EUA, disse que não houve resistência interna na criação do pavilhão, que abrirá em maio junto com a mostra. Allen afirmou não receber instruções para o que deveria produzir.

Alguns veículos, como o Financial Times, questionaram a adequação da obra de Allen ao atual momento político. Jeff Poe, ex-gestor de galeria, sugeriu que o pavilhão pode revelar obras modernas, de tom mais neutro.

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