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Chefe do órgão eleitoral do Peru renuncia após impasses na apuração

Chefe do órgão eleitoral peruano renuncia para viabilizar o 2º turno com maior confiança pública; 94% das urnas apuradas após contestação de cerca de 15 mil cédulas

Corvetto estava no cargo desde 2020. Disse que os contratempos no pleito foram criados por “problemas técnicos operacionais".
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  • O chefe do órgão eleitoral do Peru, Piero Corvetto, disse que sua saída era necessária e inevitável para que o 2º turno das eleições fosse realizado com maior confiança pública.
  • O 2º turno deve ocorrer em maio; o resultado só será divulgado em maio, segundo o Conselho Nacional Eleitoral peruano.
  • Até a publicação, 94% das urnas estavam apuradas. Os três candidatos mais votados: Keiko Fujimori, 17,94%; Roberto Sánchez, 12,01%; e Rafael López Aliaga, 11,91%.
  • A contagem está atrasada pela revisão de mais de 15 mil cédulas contestadas, cerca de 30% das cédulas da eleição presidencial.
  • A eleição pode eleger o nono presidente do Peru em dez anos, já que desde 2016 nenhum presidente concluiu o mandato de cinco anos, com afastamentos majoritariamente por corrupção.

O chefe do órgão eleitoral do Peru, Piero Corvetto, anunciou sua renúncia, afirmando que a saída era necessária e inevitável para que o 2º turno das eleições seja realizado com maior confiança pública.

O 2º turno deve ter o resultado divulgado apenas em maio, conforme o Conselho Nacional Eleitoral. Até a apuração de 94% das urnas, os três candidatos mais votados são: Keiko Fujimori, 17,94%; Roberto Sánchez, 12,01%; Rafael López Aliaga, 11,91%.

A secretária-geral do conselho, Yessica Clavijo, explicou que a contagem está lenta pela revisão de mais de 15 mil cédulas contestadas, cerca de 30% do total da eleição presidencial.

A eleição pode resultar no nono presidente do Peru em 10 anos; desde 2016, nenhum chefe de Estado peruano completou o mandato de 5 anos, com afastamentos ligados a denúncias de corrupção.

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