- O Departamento de Segurança Interna dos EUA alerta que ficará sem dinheiro para pagar 50 mil funcionários da TSA no início de maio, devido a uma paralisação parcial do governo.
- A folha de pagamento do DHS é de pouco mais de US$ 1,6 bilhão a cada duas semanas; após o próximo pagamento, não haverá mais dinheiro para esse pessoal sem moratória adicional.
- O uso de fundos de emergência para salários já provocou interrupções nos aeroportos em março; com o fim do recurso, as filas podem aumentar novamente.
- O Senado trabalha para aprovar um projeto que aumentaria o financiamento do DHS nos próximos três anos; democratas defendem condições adicionais para ICE e Patrulha de Fronteira.
- Em março, houve filas de segurança superiores a quatro horas e mais de 500 funcionários da TSA pediram demissão desde fevereiro.
Os aeroportos dos EUA podem enfrentar nova fila de segurança já em maio, após o secretário de Segurança Interna alertar sobre a falta de dinheiro para pagar 50 mil funcionários. A paralisação parcial do governo deixou salários em atraso por seis semanas, segundo Mullin.
De acordo com o secretário Markwayne Mullin, o dinheiro disponível no DHS acabará na primeira semana de maio. Ele explicou que a folha de pagamento do DHS custa pouco mais de US$ 1,6 bilhão a cada quinzena, e não haveria fundos de emergência restantes para novas ações.
Funcionários da TSA já haviam ficado sem recebimento por seis semanas no ciclo anterior, reflexo direto do impasse. O Washington Post não é citado, mas a Reuters reportou preocupações sobre impactos operacionais no futuro próximo.
O presidente executivo da Airlines for America, Chris Sununu, afirmou que o Congresso precisa agir rapidamente para financiar o DHS. Ele ressaltou que não se pode expor os funcionários da TSA a novas interrupções.
A associação de companhias aérias lembrou que, no ano passado, centenas de trabalhadores da TSA pediram demissão devido ao atraso salarial. Os debates no Congresso envolvem um possível aumento de financiamento para o DHS nos próximos três anos.
Em meio ao impasse, deputados e senadores discutem condições para liberação de verbas adicionais. Enquanto isso, o DHS avalia alternativas para manter operações e reduzir impactos em filas e serviços.
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