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Filha de Maradona chora em julgamento e acusa médicos de manipulação

Giannina Maradona chora no julgamento e acusa médicos de manipular a família e falhar no tratamento que contribuiu para a morte do pai

Gianinna Maradona acusou médicos durante terceiro dia de julgamento sobre a morte do pai
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  • Giannina Maradona testemunhou no terceiro dia do julgamento pela morte do pai, em San Isidro, Argentina, acusando médicos de manipulação na internação domiciliar.
  • Ela apontou o neurocirurgião Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov e o psicólogo Carlos Díaz como responsáveis pela suposta manipulação da família.
  • A acusação envolve a suposta pressão para reduzir álcool e a administração de medicamentos, com relatos de tratamento inadequado durante os últimos dias de Maradona.
  • Um áudio exibido no julgamento mostra Díaz sugerindo “passar a bola” e interromper o tratamento, o que gerou indignação de Giannina.
  • O caso envolve ainda outras quatro pessoas da equipe médica, com possibilidade de condenação de até vinte e cinco anos, com as investigações continuando.

Giannina Maradona depôs no terceiro dia do julgamento pela morte de Diego Maradona, realizado no Tribunal de San Isidro, na Argentina. Ela responsabilizou o médico Leopoldo Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov e o psicólogo Carlos Díaz por suposta manipulação da família durante a internação domiciliar após a cirurgia cerebral. O depoimento ocorreu nesta terça-feira.

A filha de Maradona relatou episódios de suposta pressão para manter o consumo de álcool sob controle, descrevendo uma sequência de ações que, segundo ela, pioraram o estado do pai. As declarações foram acompanhadas de lembranças emocionais sobre o momento em que visitou Diego em casa.

Giannina mostrou fotos para ilustrar a deterioração do estado de saúde do pai e afirmou que a casa recebia fãs no momento de visitas. Ela caracterizou Luque como alguém que manipulava informações e negou a veracidade dos relatos sobre o tratamento domiciliar.

Além das acusações diretas a Luque, Cosachov e Díaz, o júri ainda envolve outros quatro membros da equipe médica, que enfrentam possível condenação de até 25 anos de prisão pela morte de Maradona. Áudios exibidos no processo apontam discordâncias sobre a continuidade do tratamento.

As mensagens de áudio também foram citadas pela defesa como evidência de que havia necessidade de proteção dos médicos, enquanto Giannina declarou indignação com a suposta orientação para reduzir a intervenção médica. O julgamento não tem data definida para o encerramento.

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