- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que as Forças Armadas não serão mais obrigadas a tomar vacina contra a gripe; a vacinação passa a ser voluntária.
- A decisão elimina a obrigatoriedade universal da vacina contra gripe para todos os membros do serviço.
- A medida ocorre em meio a movimentos do governo do presidente Donald Trump para reduzir recomendações federais de vacinas.
- É diferente do que ocorreu com a vacina contra a Covid-19, que foi obrigatória até 2023, após ordem de Biden.
- Segundo a nova política, quem desejar se vacinar pode fazê-lo, mas não haverá imposição institucional.
O Pentágono anunciou que militares dos EUA não serão mais obrigados a tomar a vacina contra a gripe. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (21) pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth. A mudança elimina a obrigatoriedade de imunização contra gripe.
Segundo o secretário, a nova política busca evitar obrigatoriedades que possam comprometer a atuação das tropas. Ele afirmou que a noção de vacinação universal, sob todas as circunstâncias, é excessiva e pouco racional para o cenário atual.
A decisão ocorre em um contexto de relaxamento das recomendações federais de vacinas nos Estados Unidos. O governo trabalha para reduzir mandatos de vacinação em várias áreas, inclusive para crianças, sob a gestão de Donald Trump.
Há cerca de 1,3 milhão de militares em serviço ativo, com mais de 750 mil na Guarda Nacional e na Reserva. A ocupação total do efetivo influencia o peso de qualquer nova diretriz de saúde ocupacional.
Mudança na Política de Vacinação
A nova orientação permite que a vacinação contra gripe seja voluntária para membros das Forças Armadas. Indivíduos que desejarem se vacinar continuam livres para fazê-lo, sem imposição governamental.
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