Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Militares dos EUA não serão obrigados a tomar vacina contra gripe, diz secretário

Pentágono encerra obrigatoriedade da vacina contra gripe para militares; vacinação permanece voluntária, em meio à revisão de recomendações de saúde

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, participa de coletiva ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, em meio à guerra EUA-Israel contra o Irã, no Pentágono, em Washington, D.C., EUA, em 19 de março de 2026. REUTERS/Evan Vucci TPX IMAGES OF THE DAY.
0:00
Carregando...
0:00
  • O Pentágono anunciou que não haverá mais obrigatoriedade da vacina contra a gripe para os membros das Forças Armadas dos Estados Unidos.
  • A decisão foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em vídeo publicado no X nesta terça-feira (21).
  • A nova política permite que militares que desejarem se vacinem ainda possam fazê-lo, mas não haverá imposição obrigatória.
  • A medida chega em um momento de movimento do governo federal para reduzir recomendações de vacinas, inclusive para crianças, segundo o texto.
  • A revogação da obrigatoriedade de vacina Covid-19 já havia ocorrido em 2023; hoje os números de efetivo costumam incluir cerca de 1,3 milhão de serviço ativo e mais de 750 mil na Guarda Nacional e na Reserva.

O Pentágono informou que os militares dos EUA não poderão mais ser obrigados a tomar a vacina contra a gripe. A decisão foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em vídeo publicado no X nesta terça-feira (21).

Segundo Hegseth, a nova política abandona “obrigações absurdas” que, segundo ele, fragilizam as capacidades de combate. A medida elimina a exigência de saúde pública associada à vacinação contra a gripe para todos os membros das Forças Armadas.

A mudança ocorre em um momento de sinalização do governo federal para reduzir recomendações de vacinas. Em 2023, os militares já haviam revogado a obrigatoriedade da vacina Covid-19.

Aproximadamente 1,3 milhão de militares estão no serviço ativo, com mais de 750 mil na Guarda Nacional e na Reserva. A OMS recomenda vacina contra a gripe para crianças a partir de 6 meses.

Impacto estratégico

Quem desejar poderá manter a vacinação, mas não haverá imposição. Hegseth afirmou que o envio de vacinas continuará disponível, sem obrigatoriedade para os componentes das forças armadas. A decisão não tem confirmação de outras autoridades ou fabricantes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais