- O Pentágono anunciou que não haverá mais obrigatoriedade da vacina contra a gripe para os membros das Forças Armadas dos Estados Unidos.
- A decisão foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em vídeo publicado no X nesta terça-feira (21).
- A nova política permite que militares que desejarem se vacinem ainda possam fazê-lo, mas não haverá imposição obrigatória.
- A medida chega em um momento de movimento do governo federal para reduzir recomendações de vacinas, inclusive para crianças, segundo o texto.
- A revogação da obrigatoriedade de vacina Covid-19 já havia ocorrido em 2023; hoje os números de efetivo costumam incluir cerca de 1,3 milhão de serviço ativo e mais de 750 mil na Guarda Nacional e na Reserva.
O Pentágono informou que os militares dos EUA não poderão mais ser obrigados a tomar a vacina contra a gripe. A decisão foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em vídeo publicado no X nesta terça-feira (21).
Segundo Hegseth, a nova política abandona “obrigações absurdas” que, segundo ele, fragilizam as capacidades de combate. A medida elimina a exigência de saúde pública associada à vacinação contra a gripe para todos os membros das Forças Armadas.
A mudança ocorre em um momento de sinalização do governo federal para reduzir recomendações de vacinas. Em 2023, os militares já haviam revogado a obrigatoriedade da vacina Covid-19.
Aproximadamente 1,3 milhão de militares estão no serviço ativo, com mais de 750 mil na Guarda Nacional e na Reserva. A OMS recomenda vacina contra a gripe para crianças a partir de 6 meses.
Impacto estratégico
Quem desejar poderá manter a vacinação, mas não haverá imposição. Hegseth afirmou que o envio de vacinas continuará disponível, sem obrigatoriedade para os componentes das forças armadas. A decisão não tem confirmação de outras autoridades ou fabricantes.
Entre na conversa da comunidade