Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Presidente de Cuba afirma não promover guerra, mas não temê-la na tensão com EUA

Díaz-Canel afirma que Cuba deve se preparar para possível conflito, não promove guerra, mas aceita diálogo com Estados Unidos sob condições de soberania

Miguel Díaz-Canel afirma que país ‘deve se preparar’ para eventual conflito, chama política norte-americana contra a ilha de “genocida” e elogia o governo brasileiro
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, disse que o país deve se preparar para possíveis agressões externas, mesmo sem promover a guerra.
  • Ele afirmou que o preparo militar não é ofensivo, mas necessário para defender a Revolução, a soberania e a independência cubanas.
  • Havana mantém abertura ao diálogo com os Estados Unidos, desde que haja respeito ao sistema político e à soberania, sem imposições e em condições de igualdade.
  • O governo cubano citou conversas iniciais com autoridades americanas e ressaltou apoio internacional, destacando Brasil, China, Colômbia, México e Rússia.
  • O endurecimento do embargo americano afeta energia e serviços essenciais, com quedas de combustível, apagões e reestruturação escolar, além de críticas a políticas consideradas genocidas.

Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, afirmou que o país precisa se preparar para possível agressão externa, em meio a apagões, escassez de combustível e sanções dos EUA. A declaração foi feita em entrevista publicada nesta terça-feira.

O líder cubano reiterou que a preparação militar não tem caráter ofensivo, mas que Cuba não teme defender a Revolução, a soberania e a independência, caso seja necessário. Mantém, porém, a posição de diálogo com Washington, desde que haja respeito à soberania cubana.

A conversa com o público brasileiro também abordou o viés diplomático. Díaz-Canel afirmou que Havana está disposta ao diálogo, com condições de igualdade e sem imposições, e que as negociações com os EUA estão em estágio inicial.

Apoio internacional e posição regional

No âmbito internacional, o presidente mencionou apoio de aliados, entre eles Brasil, China, Colômbia, México e Rússia, com envio de alimentos, insumos e suporte energético. Organizações internacionais também atuam para mobilizar recursos.

Ele destacou o papel brasileiro, descrevendo o Brasil como “nação irmã” e elogiando o governo de Lula pela denúncia do bloqueio. Também citou doações de movimentos sociais, como o MST, como parte do apoio.

Desafios do setor energético

Diante do endurecimento do bloqueio norte-americano, Díaz-Canel descreveu impactos diretos na vida cotidiana. Segundo ele, a capacidade de geração de energia atende apenas às atividades essenciais.

Entre as consequências, o líder ressaltou que escolas foram reorganizadas, com redução de aulas presenciais e maior uso de ensino a distância. A infraestrutura sofre com interrupções durante apagões e dificuldades de abastecimento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais