- Rejeição a Donald Trump permanece em 62% na pesquisa Reuters/Ipsos divulgada em 21 de abril, em meio à guerra com o Irã e a atritos com o papa Leão décimo quarto.
- A aprovação do governo fica em 36%, repetindo o cenário de março; antes do conflito, a aprovação era de 40%.
- Maior aprovação ocorreu em janeiro de 2025, quando Trump reassumiu o segundo mandato, com 47%.
- Sobre o temperamento, 26% consideram Trump equilibrado, 71% não e 4% não respondeu; entre apoiadores do Partido Republicano, 46% não o consideram equilibrado e 53% o consideram.
- Em relação à lucidez mental, 51% disseram que piorou, 40% que permaneceu igual e 6% consideraram mais lúcido.
A rejeição a Donald Trump permanece alta em plena tensão internacional. Segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta terça (21/4), 62% dos americanos desaprovam o presidente, enquanto 36% aprovam o seu governo. Em março, o índice repetiu esse cenário.
O levantamento aponta que, antes da atual crise, Trump tinha 40% de aprovação e 58% de desaprovação. O pico de aprovação ocorreu em janeiro de 2025, quando assumiu o segundo mandato com 47%.
A pesquisa foi realizada online entre 15 e 20 de abril com 4.557 adultos. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Temperamento sob escrutínio
Entre os entrevistados, 71% disseram que Trump não é equilibrado, 26% disseram que sim e 4% não respondeu. Entre apoiadores republicanos, 46% não o consideram equilibrado, 53% sim.
Lucidez mental
A mesma pesquisa mostrou que 51% dos entrevistados entendem que a lucidez de Trump piorou, 40% disseram que permaneceu a mesma e 6% consideraram-no mais lúcido. O estudo ocorreu no mesmo período da coleta.
No fim do mês passado, milhares de pessoas protestaram contra a administração Trump em todo o país, em ações agrupadas na iniciativa No Kings. Os atos criticaram a guerra contra o Irã, ações do ICE e as relações do presidente com Jeffrey Epstein, segundo a organização.
Foram cerca de 3,2 mil protestos em território nacional, segundo dados do No Kings. As manifestações destacaram cobranças sobre política externa e questões migratórias.
Entre na conversa da comunidade