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Brasileiras entre baleados em ataque às pirâmides do México

Dois brasileiros entre as vítimas em Teotihuacán: menina de 13 anos teve alta; idosa segue internada sem risco de vida

Ataque nas pirâmides deixou 13 feridos e uma pessoa morta
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  • Duas brasileiras ficaram feridas no ataque às pirâmides de Teotihuacán; uma tem 13 anos e já teve alta, a outra é uma idosa que continua internada, sem risco de vida.
  • O ataque deixou uma canadense morta e feriu outros onze turistas, incluindo canadenses, seis americanos, três colombianos, um russo e uma holandesa.
  • O suspeito foi identificado como Julio César Jasso Ramírez, de 27 anos, que possuía documento de identidade mexicano e cometeu suicídio durante o cerco policial.
  • O tiroteio começou por volta das 11h20, na Pirâmide da Lua; a Guarda Nacional chegou ao local sete minutos depois.
  • A presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que o atirador agiu sozinho, com sinais de problemas psicológicos, em ato considerado premeditado.

Duas brasileiras estão entre as vítimas do ataque a tiros nas pirâmides de Teotihuacán, no México, ocorrido na última segunda-feira (19/4). Entre elas, uma adolescente de 13 anos já recebeu alta; a outra é uma idosa que segue internada. O Itamaraty confirmou os casos e atualizações de estado de saúde.

O ataque também deixou uma canadense morta e 11 feridos, incluindo dois canadenses, seis americanos, três colombianos, um russo e uma holandesa. O atirador, Julio César Jasso Ramírez, de 27 anos, morreu após atirar-se durante confronto com a polícia.

A ação ocorreu no sítio arqueológico, quando o homem chegou como visitante e abriu fogo em uma das pirâmides. Guarda Nacional e polícia auxiliaram no atendimento; armas e munições foram apreendidas no local.

Detalhes sobre o suspeito

Ramírez, que carregava documento de identidade mexicano, agiu sozinho, segundo autoridades. Ele havia se hospedado em hotéis próximos e viajava com uma mochila, um revólver calibre 38 e uma faca, além de 52 cartuchos.

As investigações apontam que o agressor apresentava sinais de problemas psicológicos e pode ter imitado procedimentos de ataques anteriores. Não se trata de crime ligado a organizações criminosas, afirmou a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum.

A versão inicial aponta que Ramírez planejou o ato com antecedência, visitando o sítio arqueológico e escolhendo locais específicos para atacar. Testemunhas relatam mais de 20 tiros e pânico entre os visitantes.

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