- A Embaixada dos EUA em Beirute pediu que cidadãos americanos deixem o Líbano enquanto houver voos comerciais disponíveis.
- Quem ficar deve preparar planos de contingência para emergências, pois o ambiente de segurança continua complexo e pode mudar rapidamente.
- O alerta recomenda evitar áreas onde houve atividade militar, por conterem munições não detonadas.
- Existem riscos contínuos de terrorismo e sequestro no Líbano, e locais frequentados por americanos podem se tornar alvo.
- Na semana passada, o presidente dos EUA anunciou um cessar-fogo de dez dias entre Israel e o Líbano, que entrou em vigor às 17h de quinta-feira.
A Embaixada dos EUA em Beirute divulgou um alerta de segurança aconselhando cidadãos americanos a deixarem o Líbano enquanto houver opções de voos comerciais disponíveis. A recomendação foi divulgada nesta quarta-feira, 22, e cita a disponibilidade de trajetos para saída.
Segundo a nota, os americanos que decidirem permanecer devem preparar planos de contingência para situações de emergência. O texto afirma ainda que o ambiente de segurança no país permanece complexo e pode mudar rapidamente.
O alerta também orienta evitar áreas onde houve atividade militar, pois podem abrigar munições não detonadas. Há riscos contínuos de terrorismo e sequestro em todo o território, com locais com presença de turistas e cidadãos americanos potencialmente visados.
A mensagem ressalta que a situação pode se deteriorar, exigindo resposta rápida das autoridades. Em paralelo, a semana anterior foi marcada pela divulgação de um cessar-fogo de 10 dias entre Israel e o Líbano, anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e válido a partir das 17h do horário do leste dos EUA, na quinta-feira anterior.
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