- James Wellesley, 59 anos, foi condenado nos Estados Unidos a 10 anos de prisão por associação criminosa para fraude eletrônica, atuando ao lado de Stephen Burton, 61.
- O esquema movimentou cerca de 73 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 489,3 milhões) e atingiu pelo menos 190 vítimas mundialmente.
- Os golpes envolviam venda de supostos vinhos de luxo por cerca de 12 mil libras (R$ 80 mil) a garrafa.
- Wellesley também usava os nomes Andrew Fuller e Andrew Templar; o tribunal de Nova York determinou confisco de bens no valor de US$ 1 milhão (R$ 4,9 milhões).
- Burton foi extraditado do Marrocos em 2023 após tentativa de entrada com passaporte zimbabuano falso, declarou culpa, concordou em devolver US$ 26 milhões (R$ 129 milhões) e aguarda a sentença.
Um britânico foi condenado a 10 anos de prisão nos Estados Unidos por participação em um golpe envolvendo vinhos de luxo. A decisão ocorreu em um tribunal de Nova York, no âmbito de um esquema que teria movimentado cerca de 73 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 489 milhões). O caso envolve venda de vinhos supostamente de alto valor a clientes ao redor do mundo.
Segundo as autoridades, o esquema era liderado por James Wellesley, de 59 anos, que também utilizava os nomes Andrew Fuller e Andrew Templar. Ao lado dele estava o cúmplice Stephen Burton, de 61, britânico.
Wellesley foi condenado por associação criminosa para cometer fraude eletrônica. Além da pena de prisão, ele deverá cumprir o confisco de bens no valor de US$ 1 milhão (cerca de R$ 4,9 milhões). O negócio envolvia a venda de vinhos a cerca de US$ 12 mil (aproximadamente R$ 80 mil) por garrafa a pelo menos 190 vítimas no mundo inteiro.
Burton foi extraditado do Marrocos em 2023 após tentativa de entrada com passaporte zimbabuano falso. Ele admitiu culpa, concordou em devolver US$ 26 milhões (aproximadamente R$ 129 milhões) e aguarda a sentença.
A operação apontada envolvia a venda de vinhos considerados de luxo que, na prática, não correspondiam às promessas feitas aos compradores. O objetivo seria enganar clientes e obter lucros significativos a partir de transações internacionais, com registros e documentos usados para justificar os valores cobrados.
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