- Auditoria sul-coreana aponta que um piloto gravou imagens durante voo, provocando a colisão entre dois caças da Força Aérea em Daegu, em 24 de dezembro de 2021.
- Durante o retorno à base, o piloto executou manobra para expor a parte superior do avião, em formação, a mais de quatro mil metros de altitude e velocidades acima de 570 quilômetros por hora, causando a colisão.
- Os prejuízos exigiram a substituição de dezenas de peças, com custo total de cerca de 880 milhões de wons (aproximadamente R$ 3 milhões); não houve feridos e as duas aeronaves conseguiram pousar com segurança.
- A investigação concluiu que a manobra foi motivada por interesse pessoal, com falha em manter distância segura e comunicação inadequada; a justificativa de ter mencionado gravações foi considerada insuficiente.
- O caso foi encerrado em abril de 2026. Inicialmente houve cobrança integral dos prejuízos pela defesa, mas houve redução de 90% na responsabilidade financeira; o militar deixou a força e entrou para aviação comercial.
Um piloto da Força Aérea da Coreia do Sul realizou uma manobra não autorizada para registrar imagens durante voo, o que provocou a colisão entre dois caças em Daegu, em 24 de dezembro de 2021. A auditoria oficial concluiu que a ação foi motivada por desejo pessoal e não comunicada adequadamente.
A colisão ocorreu durante uma missão em formação, quando um dos pilotos elevou a aeronave para expor a parte superior às imagens, sem coordenação com a outra aeronave. A aeronave passou de cerca de 4 mil metros a velocidades superiores a 570 km/h.
Apesar da aproximação, as aeronaves conseguiram pousar com segurança, sem feridos. Os dois aviões sofreram danos relevantes, levando à substituição de dezenas de peças. O prejuízo total ficou em 880 milhões de wons, cerca de 3 milhões de reais.
Segundo o relatório, a missão já contava com prática comum de filmar durante voos, mas não havia regras claras na época. O piloto responsável não comunicou sua intenção de forma adequada e falhou em manter a distância segura, segundo a auditoria.
O Ministério da Defesa inicialmente responsabilizou o militar pelo valor integral dos danos. Em recurso, a auditoria reduziu a responsabilidade em 90%, considerando a ausência de diretrizes de filmagem na época e o histórico profissional do piloto.
O caso foi concluído em abril de 2026, com publicação do relatório oficial. O militar envolvido deixou a Força Aérea e, conforme a imprensa local, passou a atuar na aviação comercial.
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