- Embaixadores da União Europeia se reúnem em as proteção de Chipre com expectativa de liberar o empréstimo de € ninety bilhões para a Ucrânia, encerrando meses de impasse.
- O veto da Hungria, liderado por Viktor Orbán, ocorreu em fevereiro devido à disputa sobre o fornecimento de petróleo russo via oleoduto Druzhba.
- Ucrânia afirma que o oleoduto foi reparado; a UE acredita que o impasse deve terminar, e Orbán saiu da eleição com a perspectiva de melhor relação entre Budapeste e Bruxelas.
- O financiamento destina dois terços à defesa e o restante à assistência financeira; Zelenski disse ter conversado sobre o desbloqueio com Ursula von der Leyen e com António Costa.
- Mesmo com a aprovação, pode levar semanas até o dinheiro chegar a Kyiv; Mol informou que o petróleo russo voltaria a fluir pelo Druzhba para Hungria e Eslováquia.
Ambasadores da União Europeia concentram-se em Nicósia, no Chipre, com expectativa de desbloquear o empréstimo de 90 bilhões de euros para a Ucrânia, após meses de impasse. O montante, acordado em dezembro, enfrentou veto húngaro em fevereiro devido à disputa sobre o petróleo russo que passava pelo oleoduto Druzhba.
A UE acredita que o entrave tende a encerrar, já que a Ucrânia afirma ter reparado o oleoduto Druzhba após ataques russos. O veto de Viktor Orbán coincidiu com exigências de retomada do fluxo de petróleo antes da liberação dos recursos. A verificação do cumprimento permanece em foco.
A derrota eleitoral de Orbán no domingo anterior abriu espaço para um rebaixamento das tensões com Bruxelas. O próximo líder húngaro, Péter Magyar, prometeu reequilibrar as relações com o bloco. A continuidade do diálogo é considerada crucial pela UE.
Situação do financiamento
Kaja Kallas, chefe da política externa da UE, sinalizou esperanças de decisões positivas sobre o empréstimo. Ucrânia classifica o apoio como vital para a defesa e para a assistência financeira mais ampla, com parte significativa destinada à defesa.
A Ucrânia informou que o fluxo de petróleo pela Druzhba deve ser retomado na quarta-feira, para Hungria e Eslováquia, pela primeira vez desde 27 de janeiro. Paralelamente, Kiev também atacou alvos petrolíferos na Rússia.
Zelenski comunicou que discutiu o desbloqueio do empréstimo com Ursula von der Leyen e António Costa, destacando que não há mais justificativa para a paralisação. A Ucrânia afirma ter reparado a tubulação conforme exigido pela UE.
Perspectivas
Mesmo que o acordo seja alcançado, o repasse poderá levar semanas para chegar a Kiev, conforme relatos locais. A Ucrânia continua aguardando a liberação oficial, em meio a especulações sobre datas de desembolso.
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