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Governo Trump aprova maconha apenas para uso medicinal

Governo Trump reclassifica a maconha para uso médico, mantendo proibido o uso recreativo; mudança facilita pesquisas, crédito e acesso regulatório, com audiência em junho

Não liberou geral: Governo Trump aprova maconha, mas só para uso medicinal
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  • O governo Trump reclassificou a maconha de Schedule I para Schedule III, reconhecendo uso medicinal; o uso recreativo continua proibido na esfera federal.
  • A mudança vale para produtos já aprovados pelo FDA; haverá audiência em junho para formalizar a nova classificação.
  • O objetivo é trazer clareza para pesquisadores, pacientes e profissionais de saúde, mantendo controles federais contra o tráfico.
  • A DEA resistia à liberalização completa, citando falta de comprovação de benefícios médicos e necessidade de mais pesquisas devido a novas variantes.
  • Empresas de cannabis medicinal passam a ter acesso a empréstimos e a deduções fiscais; ações do setor tiveram altas antes da decisão, mas recuaram após o anúncio, com destaque para queda de Curaleaf em 24% e Tilray em 12%.

O governo de Donald Trump decidiu reclassificar a maconha nos Estados Unidos, saindo do status de droga Schedule I para Schedule III. A mudança vale para usos medicinais reconhecidos e pode reduzir a insegurança regulatória para pesquisas e comercialização. O uso recreativo permanece proibido na esfera federal.

O Departamento de Justiça informou que a reclassificação ocorre de imediato para produtos já aprovados pelo FDA. Uma audiência formal sobre o novo enquadramento está marcada para junho. A modificação soar como vitória para pesquisadores e pacientes, mantendo controles contra o tráfico.

Contexto regulatório e resistência

A decisão, sugerida pelo DOJ em 2024, ganhou força com o governo Trump, após pressão de lobistas da maconha. A Drug Enforcement Administration, conforme o Wall Street Journal, tem resistido, argumentando que benefícios medicinais não são plenamente comprovados e que variantes mais potentes exigem mais pesquisas.

Impactos econômicos e comerciais

Com a nova classificação, empresas de cannabis medicinal podem acessar crédito e ficar isentas da Seção 280E, facilitando deduções de despesas operacionais. Tilray celebrou a possibilidade, mencionando planos de apresentar resultados ao FDA e ampliar parcerias com farmacêuticas, incluindo a Novartis no Canadá.

Reação de mercado e perspectiva

As ações de companhias do setor reagiram com alta após o anúncio, mas recuaram após o limitu00e9 da mudança ao uso medicinal. O ETF Advisor Shares Pure US Cannabis sofreu queda expressiva, com reduções também em Tilray e Curaleaf, uma das maiores do setor.

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