- Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã, permanece sob tratamento intensivo em um esconderijo e recebe visitas raras para evitar rastreamento.
- Segundo o The New York Times, ele está cercado por médicos, incluindo Masoud Pezeshkian, que é cirurgião cardíaco, e já realizou pelo menos três cirurgias em uma das pernas.
- Ele aguarda uma nova cirurgia para colocar uma prótese e deve passar por cirurgias plásticas devido a ferimentos profundos de ataques.
- O estado de saúde, que o mantém afastado de aparições públicas, tem gerado questionamentos; discursos são divulgados apenas por escrito pela imprensa estatal.
- Enquanto se recupera, as decisões do regime passaram a ficar mais sob responsabilidade de generais da Guarda Revolucionária.
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, permanece afastado de atividades públicas desde o início do conflito, conforme reportagem do The New York Times. O estado de saúde dele é alvo de relatos segundo fontes próximas ao jornal.
De acordo com as informações, Khamenei está sob tratamento intensivo em um local não divulgado e recebe visitas restritas de aliados para evitar rastreamento. A reportagem afirma que ele é cercado por uma equipe médica, incluindo o cirurgião cardíaco Masoud Pezeshkian, que também ocupa a função de presidente, e já passou por múltiplas intervenções.
Segundo as fontes, o líder já realizou pelo menos três cirurgias em uma das pernas e aguarda nova operação para colocar uma prótese. Há também a expectativa de cirurgias plásticas para aliviar ferimentos profundos decorrentes de ataques recentes, com a fala dificultada por queimaduras no rosto e nos lábios.
O jornal aponta que Khamenei, ainda mentalmente lúcido e ativo, não apareceu publicamente ou em vídeo desde o início da guerra. Enquanto isso, o regime vem alternando a comunicação: os discursos oficiais chegam por meio de publicações escritas na imprensa estatal.
Com a ausência de aparições públicas, autoridades iranianas próximas indicam que a tomada de decisões passou a ficar mais diretamente nas mãos de generais da Guarda Revolucionária, marcando uma mudança significativa na dinâmica de liderança durante o conflito.
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