- O presidente da República Islâmica do Irã, Masoud Pezeshkian, e o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, divulgaram mensagens idênticas nas redes negando facções discordantes e afirmando que o país permanece unido.
- Eles disseram que não existem “linha-dura” nem “moderados” e ressaltaram a unidade entre nação e Estado, com obediência ao Líder Supremo, para enfrentar o agressor.
- As postagens aparecem após rumores na imprensa israelense de que Ghalibaf teria deixado a equipe de negociação por divergências internas, contrariados também por falas do presidente dos EUA, Donald Trump.
- Funcionários iranianos negaram as disputas internas citadas por Trump como obstáculos à escolha de quem lidera o país.
- O ministro das Relações Exteriores, Seyed Abbas Araghchi, publicou mensagem com teor semelhante, destacando a unidade entre instituições e a coordenação entre campo diplomático e militar.
Líderes iranianos rebatem rumores sobre conflito interno e reafirmam unidade do regime. Em postagens no X nesta quinta-feira, 23, Masoud Pezeshkian, presidente do Irã, e Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento, negaram a existência de facções discordantes e asseguraram a continuidade do alinhamento entre nação e Estado diante de especulações internacionais.
Segundo as mensagens, não existem linhas duras nem moderadas no Irã; todos seguem um objetivo comum sob a liderança do Líder Supremo. Os dirigentes enfatizaram que a federação entre povo, governo e líder é essencial para enfrentar agressões externas.
Especulações sobre mudanças na equipe e resposta diplomática
A circulação de rumores sobre a saída de Ghalibaf da equipe de negociação atraiu atenção de veículos internacionais. A imprensa israelense chegou a mencionar disputas internas e a possível interferência da Guarda Republicana, e o tema foi citado por Donald Trump em sua rede Truth Social.
O ministro das Relações Exteriores, Seyed Abbas Araghchi, publicou mensagens com tom similar ao dos demais, destacando a unidade institucional. Ele afirmou que as ações do Irã, tanto na diplomacia quanto no campo, seguem coordenadas frente aos ataques de Israel, reforçando a impressão de coesão entre governo e aparelhos estatais.
Entre na conversa da comunidade