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Presidente do Parlamento iraniano abandona equipe de negociação com EUA

Ghalibaf deixa a liderança das negociações com os EUA após encontros no Paquistão, citando maior interferência de generais da Guarda Revolucionária

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf (à esquerda), cumprimenta o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif
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  • O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, deixou a liderança das negociações com os Estados Unidos sobre a guerra, segundo o Canal 12.
  • Ghalibaf vinha coordenando as conversas com Washington e chegou a conduzir o primeiro encontro no Paquistão.
  • A reportagem não cita as fontes da informação.
  • A decisão teria ocorrido em meio à suposta crescente interferência de generais da Guarda Revolucionária.
  • Não houve confirmação pública sobre quem assume o cargo ou como ficará a condução das negociações.

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, teria deixado a liderança das negociações com os Estados Unidos sobre a guerra, segundo uma reportagem do Canal 12. A matéria não cita fontes específicas.

Ghalibaf coordenava as conversas com Washington e conduziu o primeiro encontro em solo paquistanês. A reportagem indica que ele se afastou do cargo em meio a alegada interferência de generais da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC).

O Canal 12 aponta que o movimento ocorre em meio a tensões internas sobre o papel das Forças Armadas nas negociações externas, sem detalhar quais setores teriam ganhado ou perdido influência. A notícia amplia a leitura sobre a posição do Irã nas negociações com os EUA.

Não há confirmação oficial imediata do governo iraniano sobre a mudança de liderança nas negociações. Observadores apontam que a evolução dos contatos diplomáticos pode depender da graduação de influências dentro do aparato político-militar do país.

A informação ressalta o contexto de esforços internacionais para endereçar questões envolvendo o conflito e as sanções, com participação de outras partes regionais. A reportagem do Canal 12 permanece como fonte citada para a alegada substituição de Ghalibaf.

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