- A visita de quatro dias do rei Charles III e da rainha Camilla aos Estados Unidos começa na segunda-feira, com encontro no White House; o rei também fará um discurso ao Congresso.
- O roteiro inclui Washington, Nova York, Virgínia e Bermuda, marcando o 250º aniversário da independência dos EUA e reforçando a parceria entre os dois países.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à BBC que a visita poderia absolutamente ajudar a reparar as relações entre o Reino Unido e os EUA.
- Trump criticou o primeiro-ministro britânico Keir Starmer em relação à imigração, dizendo que a relação pode se recuperar se as políticas migratórias dele mudarem.
- O ex-presidente também abordou temas envolvendo o Irã, afirmando que não precisava de aliados, mas que gostaria de ver o Reino Unido participando, e descreveu seus chamados a apoio como um teste.
Donald Trump afirmou em entrevista à BBC que a visita de Estado do Rei Charles III e da Rainha Camilla aos EUA pode, de forma absoluta, ajudar a reverter tensões nas relações entre os dois países. O encontro está previsto para a próxima semana, com agenda no Washington DC.
O Rei e a Rainha viajarão aos EUA para uma passagem de quatro dias, começando na segunda-feira, e devem se reunir com o presidente na Casa Branca. O Rei terá uma reunião particular com Trump e fará um discurso ao Congresso.
O roteiro inclui duas diárias em Washington, seguido por visitas a Nova York, Virgínia e Bermuda, antes de retornarem ao Reino Unido. O governo britânico aponta que a viagem comemora o 250º aniversário da independência dos EUA e fortalece a parceria de prosperidade, segurança e história.
Em relação ao primeiro-ministro britânico Keir Starmer, Trump comentou, em outra ocasião, que o desempenho dele só poderia melhorar se reorientar políticas de imigração. O presidente também criticou a nomeação de Peter Mandelson como embaixador britânico nos EUA.
Além disso, Trump tem defendido maior exploração de petróleo e gás no Mar do Norte e criticado a resposta do governo do Reino Unido à crise no Irã. Ele ressaltou que a aliança com os britânicos é útil, ainda que tenho questionamentos sobre o apoio britânico.
Em entrevista, Trump reiterou que não dependia de aliados para enfrentar o Irã, mas que gostaria de ver envolvimento dos parceiros. Sobre declarações anteriores sobre o Irã, o tom foi mantido como parte de sua estratégia de negociação.
Entre na conversa da comunidade