- O príncipe Harry participou do Fórum de Segurança de Kiev, pedindo maior envolvimento dos Estados Unidos na defesa da soberania da Ucrânia.
- Trump respondeu de forma irônica, perguntando sobre Meghan Markle antes de fazê-lo sobre o duque de Sussex, durante coletiva no Salão Oval.
- O presidente disse que Harry não representa o governo britânico e que fala em nome próprio, não do Reino Unido.
- A relação entre Trump e Meghan Markle já teve atritos anteriores, incluindo críticas de Meghan à candidatura de 2016 e controvérsias sobre o tom do debate.
- O rei Charles e a rainha Camilla visitam os Estados Unidos a partir de 27 de abril, com agenda de quatro dias e discurso previsto em sessão conjunta do Congresso.
Donald Trump reagiu de forma irônica ao discurso do Príncipe Harry durante uma visita surpresa à Ucrânia, em que o duque pediu maior envolvimento dos EUA na defesa da soberania ucraniana. A fala ocorreu no contexto do Fórum de Segurança de Kiev.
O ex-presidente disse aos jornalistas que o Príncipe Harry não representa o governo britânico e que, na prática, fala por si próprio. Trump ainda mencionou Meghan Markle de forma indireta, sem entrar em críticas diretas ao governo do Reino Unido.
Harry havia pedido aos EUA que cumpram suas obrigações em tratados internacionais e demonstrem liderança para a segurança global, sem citar explicitamente Trump. O discurso enfatizou a responsabilidade americana na garantia de soberania da Ucrânia.
Reação no Reino Unido e alinhamentos
A relação entre Trump e Meghan Markle já teve atritos públicos no passado, com Meghan criticando o ex-presidente em 2016. A fala de Harry ocorre em meio a tensões diplomáticas entre os EUA e o Reino Unido sobre segurança estratégica.
Entre os desdobramentos, Trump elogiou o rei Charles em uma entrevista à BBC, sugerindo que uma visita do monarca aos EUA pode melhorar as relações. O rei Charles pretende chegar a Washington na próxima semana.
Detalhes da agenda real
Charles e a rainha Camilla chegam a Washington na segunda-feira, 27 de abril, para uma visita de quatro dias. A agenda inclui compromissos oficiais e o discurso em sessão conjunta do Congresso dos EUA, em celebração ao 250º aniversário da independência americana.
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