- Trump ordenou que as forças americanas ataquem e matem barcos iranianos pequenos que colocam minas no estreito de Hormuz, enquanto marinheiros de mina estariam limpando o canal.
- A decisão vem após a atuação de forças especiais dos EUA a bordo de um carregador de petróleo sem nacionalidade no Oceano Índico, supostamente transportando petróleo iraniano.
- O cessar-fogo entre Israel e Líbano foi estendido por três semanas, com a expectativa de encontro entre os líderes durante o novo intervalo.
- Trump afirmou ter atingido cerca de 75% dos alvos na Irã, que não houve acordo e que não usaria arma nuclear; também disse ter controle total sobre o estreito de Hormuz, ponto que recebe ceticismo.
- Reações internacionais incluem indignação pela morte de a jornalista libanesa Amal Khalil em ataque israelense; o Irã nega divisões internas entre seus então líderes, defendendo unidade.
Donald Trump ordenou que as Forças Armadas dos EUA atirem e matem embarcações pequenas iranianas que atuam na instalação de minas no estreito de Hormuz. A declaração foi feita em postagem nas redes sociais, após forças especiais americanas abordarem um cargueiro petroleiro sem nacionalidade no Oceano Índico, supostamente carregando petróleo iraniano, aumentando a tensão na região.
O presidente afirmou ainda que os rebocadores de minas dos EUA estão atuando para desminar o estreito no momento, em meio ao impasse com o Irã sobre Hormuz. Também anunciou a extensão de três semanas de um cessar-fogo entre Israel e Líbano, com expectativa de encontro entre lideranças durante o novo intervalo.
Nada Moawad, embaixadora do Líbano nos EUA, participou da reunião buscando a extensão do cessar-fogo e agradeceu a Trump pela mediação, dizendo que a ajuda pode contribuir para avanços no Líbano.
Outras informações trazidas pelo governo americano indicam que Trump afirmou ter atingido cerca de 75% dos alvos no Irã, embora ainda não haja acordo, segundo ele, devido à instabilidade interna no país. O presidente também alegou controle total do estreito de Hormuz, o que tem gerado ceticismo diante de recentes detenções de navios e de relatórios que estimam até seis meses para desminar a via de navegação.
Paralelamente, continua a controvérsia internacional após a morte de uma jornalista libanesa atribuída a ataques israelenses. O episódio provocou condenações generalizadas, com o governo do Líbano qualificando o ataque como possível crime de guerra. A jornalista Amal Khalil, de 43 anos, morreu em meio a combates que atingiram edifícios no sul do Líbano.
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian afirmou que não existem vínculos entre facções duras ou moderadas dentro do país, respondendo a alegações de divisões internas no governo. O chanceler iraniano, Seyed Abbas Araghchi, afirmou que as instituições estatais permanecem unidas, com disciplina e propósito.
Em relação ao futebol, autoridades esportivas italianas negaram interesse em substituir o Irã na Copa do Mundo. O ministro do Esporte afirmou que a ideia não procede, enquanto o ministro da Economia classificou a sugestão como inadequada. O governo americano informou que não impede a participação de jogadores iranianos, mas restringe a presença de pessoas ligadas aos Guardas da Revolução.
O Papa João XIV pediu que EUA e Irã retomem as negociações para encerrar o conflito e condenou a pena de morte, defendendo uma cultura de paz. Também não ficou claro se haverá nova rodada de negociações entre EUA e Irã, com mediadores paquistaneses buscando um acordo de paz.
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