- O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que fuzilamento, cadeira elétrica e asfixia com gás deveriam constar como métodos de execução de condenados por crimes federais graves, conforme relatório divulgado na sexta-feira.
- O texto destaca dificuldades na obtenção de medicamentos para injeções letais e está conectado à promessa de campanha de Donald Trump de retomar a pena de morte.
- O secretário interino de Justiça, Todd Blanche, autorizou buscas de sentenças de morte contra nove pessoas e informou a reativação do protocolo de injeção letal, com expansão para outras formas de execução.
- O relatório descreve a instrução para modificar o protocolo do Bureau de Prisões a fim de incluir maneiras constitucionais adicionais de execução, previstas por leis de alguns estados, incluindo fuzilamento, eletrocussão e a nova opção de asfixia com gás.
- O ex-presidente Joe Biden substituiu 37 sentenças de morte federais, mantendo apenas três homens sob pena no corredor da morte.
O governo dos Estados Unidos recomenda ampliar os métodos de execução federais para incluir fuzilamento, cadeira elétrica e asfixia com gás. A sugestão está contida em um relatório que reconhece dificuldades na obtenção de medicamentos para injeções letais. A medida acompanha a promessa do presidente Donald Trump de retomar a pena de morte.
O documento foi elaborado sob a liderança do secretário interino de Justiça, Todd Blanche, que autorizou buscar sentenças de morte contra nove pessoas após a suspensão federal imposta por Biden. O texto afirma que a reativação de procedimentos permite rapidez nos casos.
Blanche destacou que o relatório revê o protocolo de injeção letal utilizado anteriormente, prevendo a expansão para outras formas de execução, inclusive o pelotão de fuzilamento. Também aponta a necessidade de ajustes internos para processos mais ágeis.
Mudanças no protocolo de execução
O relatório recomenda que o Bureau de Prisões adapte o protocolo para incluir métodos constitucionais previstos por leis de alguns estados. Entre as opções citadas estão o fuzilamento, a eletrocussão e a prática de asfixia com gás iniciada pelo Alabama em 2024.
Segundo o documento, tais alterações visam garantir que o Departamento de Justiça possa realizar execuções legais mesmo diante da indisponibilidade de certos medicamentos. O anúncio ocorre em meio ao debate sobre a pena de morte nos EUA.
Entre na conversa da comunidade