- Uma família egípcia está retida na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, há pelo menos dezesseis dias, enquanto aguarda a análise do pedido de refúgio.
- Abdallah é o único identificado; chegou ao Brasil com a esposa gestante e dois filhos pequenos.
- A defesa afirma que a situação é grave devido à gestação avançada (34.ª semana) e à diabetes gestacional da mulher, além de uma das crianças ter restrições alimentares severas.
- A mulher denunciou, na quinta-feira, que não sentia mais o bebê se mexer e pediu atendimento; o pedido de refúgio foi negado, segundo Abdallah; na sexta-feira houve atendimento, mas sem informações sobre o estado do feto.
- O Itamaraty e o Aeroporto de Guarulhos disseram que a Polícia Federal é quem atende o caso; a PF foi contatada pela reportagem em busca de posicionamento.
O que aconteceu: uma família egípcia permanece retida na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, há pelo menos 16 dias, enquanto aguarda a análise de seu pedido de refúgio no Brasil. Abdallah é o único membro identificado até o momento.
Quem está envolvido: Abdallah, sua esposa gestante e dois filhos pequenos. A defesa afirma que a gravidez está na fase final e há restrições alimentares graves em uma das crianças.
Quando e onde: o caso está em curso desde a semana passada, com registros de atividades nos dias 23 (quinta) e 24 (sexta) deste mês. O local é o aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.
Por que ocorre: segundo a defesa, a situação é grave devido à gestação avançada e à diabetes gestacional da esposa, além de dificuldades alimentares da criança. O pedido de refúgio está sob avaliação.
Desdobramentos e autorias: o advogado da família pediu urgência na análise do refúgio ao governo federal. Abdallah tem histórico de trânsito internacional regular, com vistos em diferentes países, segundo a defesa.
Autoridades: o Itamaraty e o aeroporto afirmam que o caso está sob responsabilidade da Polícia Federal, que deve fornecer esclarecimentos. A PF foi acionada pela imprensa e ainda não se posicionou.
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