- O governo dos Estados Unidos reclassificou a maconha como substância menos perigosa, passando da Lista 1 para a Lista 3.
- A medida não legaliza o uso federal, mas facilita pesquisas científicas e permite que produtores e distribuidores se registrem no DEA.
- Produtos aprovados pela FDA e itens de maconha regulamentados por licença estadual de maconha medicinal passam a ficar na Lista 3, ao lado de cetamina e testosterona.
- Em dezembro de 2025, o presidente assinou decreto para que a DEA agilizasse a reclassificação, cumprindo promessa de campanha.
- Há audiência marcada para 29 de junho para avaliar uma reclassificação mais ampla da maconha, buscando um caminho legal para mudanças federais futuras.
O governo dos Estados Unidos anunciou, na quinta-feira, 23 de abril de 2026, a reclassificação da maconha como substância menos perigosa. A medida, tomada pelo Departamento de Justiça, não legaliza o uso federal, mas facilita pesquisas científicas sobre a droga.
A mudança transfere itens contendo maconha da Lista 1 para a Lista 3, equivalentes a cetamina e testosterona. Sistemas estaduais de licenças continuam válidos para uso médico e pesquisa, sem reconhecer uso recreativo federal.
O que muda com a reclassificação
Ação permite que pesquisadores usem cannabis aprovada pelo Estado onde atuam, sem o risco de punição, e possibilita o registro de produtores e distribuidores no DEA. A medida busca reduzir entraves burocráticos à pesquisa.
O DOJ afirma que a reclassificação fortalece a pesquisa médica, mantendo controles federais rigorosos para evitar tráfico. A expectativa é oferecer clareza a pesquisadores, pacientes e profissionais de saúde.
O governo já havia sinalizado, em dezembro de 2025, com um decreto do presidente para agilizar o processo de reclassificação. A audiência sobre uma reclassificação mais ampla está marcada para 29 de junho.
Segundo o DOJ, a mudança facilita estudos sobre segurança e eficácia da maconha, contribuindo para decisões médicas informadas. O órgão também destacou que o objetivo é manter padrões de controle federais contra uso ilícito.
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