- O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, anunciou que teve um tumor na próstata retirado há um ano e meio.
- Segundo ele, o câncer estava em estágio muito inicial e não houve disseminação nem metástase.
- Ele afirmou estar saudável e em excelente forma física, mencionando que o problema foi removido após rápidas sessões de tratamento.
- Netanyahu disse ter pedido a adiamento, por dois meses, da divulgação de seu relatório médico anual para não atrapalhar a guerra e evitar propaganda iraniana.
- O anúncio ocorreu em meio à extensão do cessar-fogo com o Líbano e a negociações dos EUA sobre a região.
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, anunciou nesta sexta-feira que teve um câncer de próstata, retirado há um ano e meio. Segundo ele, o tumor estava em estágio inicial, sem metástases nem disseminação. A divulgação do relatório médico foi adiada a pedido dele para não coincidir com o momento de guerra.
O premiê informou que, após sessões rápidas de tratamento, o problema foi removido e não deixou vestígios. Ele agradeceu aos médicos e à equipe do Hospital Hadassah, em Jerusalém, e pediu que os cidadãos cuidem da saúde e façam exames conforme orientação médica.
Contexto regional
O anúncio ocorreu em meio à extensão do cessar-fogo entre Israel e o Líbano. O acordo, que vinha sendo discutido com a mediação dos EUA, foi prorrogado por três semanas após nova reunião entre autoridades americanas em Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que irá trabalhar com o Líbano para ajudar a se proteger do Hezbollah e sinalizou a possibilidade de reunir Netanyahu com o presidente libanês em breve.
Na região, ataques israelenses contra o Líbano continuaram após a prorrogação do cesse-fogo, com mortes registradas no sul do país. A jornalista libanesa Amal Khalil foi entre as vítimas, conforme informações de autoridades locais e do jornal Al-Akhbar. O Exército israelense manteve alerta para evitar invasões ao território libanês.
Desdobramentos diplomáticos
Entre os envolvidos, Donald Trump descreveu contatos recentes entre EUA, Israel e Líbano e indicou participação de embaixadores dos EUA na região. As negociações também envolveram autoridades libanesas e representantes europeus, mantendo o foco na contenção do conflito e na proteção de civis.
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