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Ataque israelense no Líbano mata mãe, criança brasileira e o pai libanês

Caso agrava violações ao cessar-fogo: mãe e filho brasileiro de 11 anos morrem, pai libanês também, outro filho hospitalizado; Itamaraty cobra paz

Apesar de cessar-fogo, Israel e Hezbollah seguem se atacando; foto mostra área no sul do Líbano
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  • Mãe brasileira e filho de 11 anos foram mortos em ataque das forças de defesa de Israel no Líbano; o pai da família, de nacionalidade libanesa, também faleceu.
  • Outro filho do casal, também brasileiro, está hospitalizado; o Itamaraty não informou a idade ou o estado de saúde dele.
  • A família estava em casa, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeio.
  • O Itamaraty classificou o ataque como violação ao cessar-fogo da guerra que opõe Israel e os Estados Unidos ao Irã, ressaltando violações anteriores.
  • A pasta afirmou que está em contato com a família para prestar assistência, incluindo ao filho hospitalizado.

O Ministério das Relações Exteriores confirmou na noite desta segunda-feira 27 a morte de uma mãe brasileira e seu filho de 11 anos em um ataque das forças de defesa de Israel ao Líbano. O pai da família, de nacionalidade libanesa, também faleceu. Outro filho do casal, também brasileiro, está hospitalizado, conforme informações oficiais.

A família estava em casa, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeio. O Itamaraty não divulgou a idade do segundo filho hospitalizado nem o estado de saúde dele. O episódio ocorreu durante um ataque das forças israelenses na região.

O Itamaraty descreveu o ataque como mais uma violação ao cessar-fogo entre Israel e a milícia Hezbollah, respaldado pela coalizão com os Estados Unidos e o Irã. O ministério ressaltou que já houve dezenas de mortes de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, além de jornalistas e soldados franceses da UNIFIL.

Reação oficial e assistências

O Ministério das Relações Exteriores informou manter contato com a família para prestar assistência, inclusive para o filho hospitalizado. Em nota, o Itamaraty reiterou a condenação de violações ao cessar-fogo realizadas tanto por Israel quanto pela Hezbollah, e pediu paz na região.

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