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JR entrevista ex-funcionária de empresa investigada por golpes de vistos nos EUA

Ex-funcionária de empresa investigada por golpes de visto coopera com as investigações; no Brasil, quatro escritórios foram fechados e há suspeitos presos

Exclusivo: JR entrevista ex-funcionária de empresa investigada por golpes para obter vistos nos EUA
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  • O Jornal da Record divulgou entrevista exclusiva com uma ex-funcionária da empresa investigada nos Estados Unidos por golpe a pessoas que tentavam obter visto de permanência no país.
  • Funcionários relatam que o grupo entregava um roteiro para convencer clientes a fechar contratos, com orientações como “quebrar o paradigma do golpe” e “amadorismo do mercado”, mas os documentos não eram entregues.
  • Ex-funcionárias passaram a colaborar com as investigações; autoridades americanas orientam as vítimas a registrar queixa, mesmo de forma anônima.
  • No Brasil, a Polícia Federal recebeu denúncias pela internet; há ao menos quatro escritórios abertos no país, com transferências para contas brasileiras.
  • As unidades de Alphaville (Grande São Paulo) e São José dos Campos (interior paulista) estão fechadas; quatro suspeitos presos, sem contato divulgado com a defesa, e as vítimas não sabem se vão recuperar os valores.

O Jornal da Record traz exclusividade: uma ex-funcionária de uma empresa investigada nos Estados Unidos por supostos golpes envolvendo vistos narró detalhes do esquema. Ela afirma que havia um roteiro para convencer clientes a fechar contratos, com orientações como “quebrar o paradigma do golpe” e “amadorismo do mercado”.

Segundo a testemunha, os documentos prometidos aos clientes não eram entregues. Ela e outros ex-funcionários denunciaram o funcionamento interno do grupo e passaram a colaborar com as investigações que apuram fraudes em pedidos de permanência nos EUA.

Autoridades norte‑americanas orientam as vítimas a registrar queixas, mesmo de forma anônima. No Brasil, a Polícia Federal recebeu denúncias pela internet contra o grupo empresarial, que teria recebido transferências de valores de clientes para contas no país.

Ao menos quatro escritórios do grupo operavam no Brasil, segundo apurações. As unidades de Alphaville, na Grande São Paulo, e de São José dos Campos, no interior paulista, estão fechadas neste momento. Não houve resposta da defesa nem de advogados dos quatro suspeitos presos até o fechamento deste texto.

As vítimas não sabem se conseguirão reaver os valores gastos. A PF segue recebendo relatos e análises de documentos encaminhados pelas autoridades estrangeiras para esclarecer o caso e apurar responsabilidades.

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