- O rei Charles III e a rainha Camila chegaram aos Estados Unidos para uma visita de Estado de quatro dias, que inclui encontro com o presidente Donald Trump.
- A viagem comemora os 250 anos da independência americana e ocorre dois dias após um tiroteio durante um jantar com a imprensa e Trump.
- A programação prevê reforço na proteção do monarca, diante do incidente de segurança.
- Agenda em Washington: chá privado com Trump e Melania, recepção no jardim da Casa Branca e, na sequência, encontro privado com Trump, discurso no Congresso e banquete oficial.
- Depois, o casal vai a Nova York para prestar homenagem às vítimas dos ataques de 11 de setembro e a um evento com representantes das indústrias criativas; na quinta, celebrações nos Estados da Virgínia pelos 250 anos da independência.
O rei Charles III e a rainha Camilla chegaram a Washington nesta segunda-feira (27) para uma visita de quatro dias aos EUA, marcada por encontros oficiais, incluindo reunião com o presidente Donald Trump. A viagem celebra os 250 anos da independência americana.
O tour ocorre em meio a tensões entre Reino Unido e Estados Unidos, aliados históricos, após um tiroteio ocorrido no fim de semana durante um jantar com a imprensa que visava Trump. Autores não foram vinculados ao governo britânico.
Apesar do incidente de segurança, a programação foi mantida, com reforço na proteção do monarca, conforme a organização da viagem. A imprensa descreve o momento como desafiador para a relação bilateral.
Na agenda oficial, Charles III e Camilla participam de um chá privado com Trump e Melania na chegada, seguido de uma recepção no jardim da Casa Branca. O dia seguinte prevê honras militares e encontro privado com Trump.
À tarde, o rei fará um discurso no Congresso e, à noite, um banquete oficial. O casal segue na quarta para Nova York, para homenagear vítimas de 11 de setembro e participar de evento com representantes das indústrias criativas.
Na quinta, a agenda se desloca para o estado da Virgínia, com celebrações dedicadas aos 250 anos da independência americana. O cronograma foi divulgado pela AFP e mantido mesmo após o incidente de segurança.
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