- O Rei Charles III está nos Estados Unidos para as celebrações do 250º aniversário da independência norte-americana.
- Em Washington, na Casa Branca, Charles recebeu Donald Trump durante uma reunião oficial.
- Um vídeo publicado nas redes mostra o king sendo capturado em um aperto de mão que pareceu apertado e desconfortável.
- Usuários nas redes sociais comentaram o momento, apontando desconforto do monarca e alegando que Trump “segura” a mão dele.
- O rei Charles III deverá fazer hoje, nos Estados Unidos, um discurso no Congresso americano.
O Rei Charles III foi visto recebendo Donald Trump em Washington, na Casa Branca, em um encontro que gerou questionamentos sobre a naturalidade do aperto de mão. O vídeo viralizou nesta semana, mostrando Charles parecendo desconfortável enquanto o presidente americano segura firme a mão do monarca.
O registro ocorreu no último domingo, durante as cerimônias de boas-vindas em solo norte‑americano. Charles está nos EUA para participar de celebrações que comemoram os 250 anos da independência do país, segundo informações oficiais.
Charles participou de compromissos ligados às comemorações, incluindo um discurso programado para hoje no Congresso dos Estados Unidos. O alcance do material nas redes reforçou o debate sobre protocolos diplomáticos e cordialidade entre chefes de Estado.
Reação nas redes
Publicações nas redes sociais destacaram uma percepção de desconforto por parte do rei, com comentários sobre a firmeza do aperto de mão. Usuários também questionaram se o gesto refletia excesso de formalidade ou impasse diplomático.
Segundo registros de imprensa, o encontro também incluiu a presença de Melania Trump e da Rainha Camilla, em imagens divulgadas por agências de fotojornalismo. As imagens mostram Charles, Trump e as primeiras-damas em momento de aproximação institucional.
Contexto do roteiro oficial
A comitiva britânica informou que Charles segue para participar de atividades oficiais ligadas à visita de estado. O objetivo é marcar presença nas celebrações do bicentenário da independência e reforçar laços entre Reino Unido e EUA.
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