Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Especialista afirma que objetivo da guerra contra o Irã não foi alcançado

Especialista afirma que o objetivo de frear a projeção de poder do Irã não foi atingido; Irã mantém forças, mísseis e drones, enquanto EUA exigem fim do enriquecimento

Irã não abre mão do projeto nuclear no país e paz não consegue ser instaurada
0:00
Carregando...
0:00
  • A Reuters revelou que o presidente Donald Trump ficou insatisfeito com a última proposta do Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio, apresentada neste domingo.
  • O Irã defende que o cessar-fogo termine primeiro para tratar do tema nuclear, enquanto os Estados Unidos querem o contrário e exigem que o Irã não enriqueça urânio.
  • Durante o cessar-fogo, sem data para terminar, Trump se reuniu com conselheiros de segurança para discutir o documento iraniano, que propõe flexibilizar o controle sobre o estreito de Ormuz e o fim de retaliações dos EUA.
  • O pesquisador Vitelio Brustolin afirma que, se o Irã estivesse em colapso, não faria exigências nesse momento; ele ressalta que o país mantém forças formais, programa de mísseis, minas navais, drones e financia grupos considerados terroristas.
  • Brustolin completa que o objetivo da guerra — acabar com a projeção de poder do Irã — não foi atingido.

A agência Reuters informou que o presidente Donald Trump não ficou satisfeito com a última proposta apresentada pelo Irã para resolver o conflito no Oriente Médio. O foco permanece na questão nuclear como principal entrave.

O Irã quer encerrar a guerra antes de tratar do tema nuclear, enquanto os EUA defendem o contrário e exigem o compromisso do Irã de não enriquecer urânio, condição considerada fundamental para qualquer acordo.

Durante o cessar-fogo, cuja data de término não foi definida, Trump se reuniu com conselheiros de segurança para avaliar o documento iraniano, que propõe flexibilizar o controle sobre o estreito de Ormuz e encerrar retaliações dos EUA.

Segundo o pesquisador Vitelio Brustolin, se o Irã estivesse em colapso, não exigiria concessões neste momento. Ele apontou que os Estados Unidos e Israel teriam atingido o Irã de forma tática.

Brustolin também ressaltou que o exército iraniano permanece relativamente intacto, com cerca de 610 mil militares na ativa e 350 mil reservistas. O Irã manteria programas de mísseis, minas navais, drones e financiamento de grupos considerados terroristas, conforme avaliação citada.

Ao fim, o especialista afirma que o objetivo da guerra, que era reduzir a projeção de poder do Irã, não foi alcançado. A análise utiliza informações do relatório da CIA para embasar os dados sobre capacidades militares e orçamento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais