- Exército de Gana investiga ataque de atiradores contra um convóio militar que escoltava 140 civis na região nordeste, entre Bawku e Bolga, em Binduri.
- Sete atiradores e três civis morreram; dez suspeitos foram presos.
- Disputa de chefia entre os Kusasi e Mamprusi alimenta violência na área há décadas.
- Governo enviou tropas extras, impôs toque de recolher e realiza patrulhas conjuntas com a polícia para conter a violência e proteger a fronteira com o Burkina Faso.
- O exército recuperou uma arma G3, dois carregadores cheios e munição de um atacante que fugiu para uma mesquita; buscas por demais envolvidos seguem.
O exército de Gana investiga um ataque mortal de homens armados a um comboio militar que escoltava 140 civis por uma rodovia perigosa no nordeste do país. O tiroteio ocorreu em Binduri, entre Bawku e Bolga, durante o trajeto da escolta.
Sete gunmen e três civis morreram na troca de tiros. Dez suspeitos foram presos até o momento. As investigações seguem para identificar demais envolvidos e motivação do ataque.
Há décadas ocorre disputa pela chefia tradicional na região, entre Kusasi e Mamprusi, que alimenta violência local. O governo havia deslocado tropas adicionais no ano passado após ataques a escolas.
Além da proteção de civis, as forças são responsáveis por manter a fronteira norte com o Burkina Faso, onde grupos armados atuam. Militares também atuam com a polícia em patrulhas conjuntas.
A tropa informou ter encontrado um rifle G3, duas carregadeiras cheias e munição adicional com um dos atacantes que tentou se esconder em uma mesquita. Operações para localizar outros suspeitos continuam.
A chefia de Bawku já viu a liderança rotacionar entre Kusasis e Mamprusi, mas decisão recente do Supremo Tribunal confirmou a reivindicação Kusasi, acirrando a divisão.
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