- O chefe militar de Israel, Eyal Zamir, afirmou, durante visita ao sul de Beirute, que as tropas devem continuar operando na “linha de frente” contra o Hezbollah.
- Ele disse que não haverá cessar fogo na linha de frente e que serão eliminadas ameaças diretas e indiretas às comunidades do norte, além de desmantelar infraestrutura terrorista.
- No momento, as forças não avançarão além da chamada Linha de Defesa Avançada, zona ocupada no sul do Líbano, mas as ameaças além dessa linha e do rio Litani seriam neutralizadas.
- Um oficial israelense disse à CNN que as tropas ocupam posições até 10 quilômetros de profundidade no Líbano; há ministros que defendem avançar mais, até o Litani.
- Israel reiterou que manterá as tropas no sul do Líbano para combater as ameaças às suas tropas e aos moradores do norte de Israel.
O chefe militar de Israel, Eyal Zamir, disse durante uma visita ao sul do Beirute que as tropas continuarão operando na linha de frente, mesmo com os ataques do Hezbollah. A declaração acontece em meio a troca de ofensas entre Israel e o grupo.
Zamir informou que, por ora, as forças não avançarão além da Linha de Defesa Avançada, zona ocupada ao sul do Líbano. Mesmo assim, ele afirmou que qualquer ameaça às tropas israelenses fora desse registro será neutralizada.
O Exército de Israel já ocupa posições a até 10 quilômetros de profundidade no território libanês, segundo informações de um oficial à CNN no mês passado. Há também sinais de interesse de ministros em ampliar o controle até o rio Litani.
Linha de Defesa Avançada
A autoridade militar enfatizou que as ações visam desmantelar infraestrutura associada a ameaças às comunidades do norte de Israel. O governo mantém a prioridade de proteger moradores da região fronteiriça.
Israel reiterou a intenção de manter as tropas no sul do Líbano para enfrentar perigos às próprias tropas e aos civis no norte de Israel. A atuação busca reduzir riscos de novos ataques vindos do território vizinho.
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