- Trump afirmou ao Axios que rejeitou a mais recente proposta do Irã e manterá o bloqueio naval no Estreito de Ormuz até Teerã aceitar um acordo que atenda às preocupações dos EUA sobre o programa nuclear.
- O presidente disse que o bloqueio é mais eficaz do que bombardeios, e que ações militares adicionais não estão descartadas se o Irã não ceder.
- Em publicação na Truth Social, Trump pediu que os EUA assinem um acordo não nuclear e compartilhou uma imagem gerada por inteligência artificial com a frase “Chega de ser bonzinho!”.
- Ele informou que os estoques de petróleo e oleodutos do Irã estão “prestes a explodir” por não conseguir exportar petróleo devido ao bloqueio.
- Dados de rastreamento indicaram que alguns petroleiros iranianos conseguiram furar o bloqueio, embora haja analistas que duvidem de um perigo imediato aos oleodutos.
Donald Trump afirmou a Axios que rejeitou a mais nova proposta de acordo do Irã e manterá o bloqueio naval aos portos iranianos no Estreito de Ormuz até Teerã aceitar um pacto que atenda às preocupações dos EUA sobre o programa nuclear do país.
Segundo o presidente, o bloqueio é mais eficaz que Bombardeios e visa pressionar Teerã a não obter armas nucleares. Ele disse ainda que novas ações militares não estão descartadas caso o Irã não ceda aos termos norte-americanos.
A declaração ocorreu em entrevista publicada nesta quarta-feira. Trump também mencionou que, segundo ele, Teerã não consegue exportar petróleo devido ao bloqueio, afetando estoques de petróleo e oleodutos.
Contexto e reações
Fontes associadas ao governo americano relatam que a postura busca manter pressão sem abrir mão de exigir garantias sobre o programa nuclear iraniano. O tom é de firmeza na negociação, com ênfase em evitar qualquer arma nuclear.
Analistas ouvidos pela imprensa divergem sobre o alcance imediato do bloqueio. Alguns apontam riscos para o fluxo de petróleo, enquanto outros contestam a percepção de perigo iminente para oleodutos iranianos.
Relatos sobre a reação de Teerã não foram detalhados na entrevista. A posição iraniana oficial ainda não foi publicada pelo país, que tem histórico de resistir a acordos sob condições variadas.
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