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Atirador do jantar de Trump retorna ao tribunal e permanece preso

O atirador Cole Thomas Allen permanece preso enquanto aguarda julgamento; defesa contesta provas balísticas e solicita libertação.

Suspeito de ataque foi detido na noite deste sábado, 25; ninguém ficou ferido. Crédito: AP NewsRoom
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  • Cole Thomas Allen concordou em permanecer preso enquanto aguarda o julgamento, sem se declarar culpado ou inocente.
  • O ataque ocorreu durante um jantar com a presença do presidente Donald Trump, no Washington Hilton, no último sábado, 25.
  • Segundo promotores, Allen planejou o ataque por semanas e rastreou os movimentos de Trump online antes de passar por um detector de metais com uma arma longa.
  • Um agente do Serviço Secreto foi baleado, mas sobreviveu com um colete à prova de balas; autoridades afirmam que Allen disparou pelo menos uma vez.
  • Allen foi acusado na segunda-feira, 27, de tentativa de assassinato do presidente, além de duas acusações de armas de fogo, com possível prisão perpétua se condenado por assassinato.

O homem que tentou abrir fogo durante um jantar com a presença do presidente Donald Trump permanece preso enquanto aguarda julgamento. Cole Thomas Allen concordou, em audiência nesta quinta-feira, 30, em Washington, em manter a detenção preventiva. Ele não se declarou culpado ou inocente.

Os promotores afirmam que Allen planejou o ataque por semanas e monitorou os movimentos de Trump online antes de entrar no Washington Hilton com uma arma longa, interrompendo um dos eventos mais importantes da capital. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido, mas estava usando colete à prova de balas e sobreviveu.

Durante a sessão, o Departamento de Justiça informou que há evidências de que Allen disparou pelo menos uma vez na direção do agente. Ao menos um fragmento de chumbo foi recuperado na cena, segundo os promotores, que também relataram que Allen tirou uma foto de si mesmo no quarto de hotel antes do incidente.

Em documento apresentado à corte, a defesa contestou parte do acervo do governo, alegando inconsistências em algumas declarações e nos materiais balísticos. Os advogados afirmaram que a acusação se sustenta em suposições sobre a intenção do réu, sem evidências diretas que demonstrem o alvo do ataque.

Allen foi formalmente acusado na segunda-feira, 27, de tentativa de assassinato do presidente, além de duas acusações relacionadas a armas de fogo por disparos durante o crime violento. A pena pode chegar à prisão perpétua caso haja condenação apenas pela acusação de assassinato.

Detalhes do caso

A audiência ocorreu após o ataque durante o jantar anual em federal, com Trump presente. Segundo relato oficial, o autor passou por detector de metais antes de entrar no evento. O agente ferido utiliza o colete para se proteger, e não houve confirmação de que o projétil atingiu o policial.

A defesa solicita a soltura de Allen, destacando que as provas balísticas e as testemunhas ainda são objeto de debate. O governo sustenta que as evidências, incluindo o disparo, são consistentes com as acusações formuladas.

Perspectivas do processo

O tribunal ainda não estabeleceu data para o julgamento. As próximas etapas devem incluir a apresentação de testemunhas, coleta de mais evidências balísticas e análise de mensagens digitais sobre as ações do réu antes do incidente. A defesa e o Ministério Público prosseguem com a produção de provas.

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