- Quatro brasileiros foram detidos por forças de Israel durante uma tentativa de enviar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, na interceptação ocorrida na quarta-feira, 29 de abril, em águas do Mediterrâneo próximas à ilha de Creta, Grécia.
- A flotilha internacional envolvia dezenas de embarcações e mais de duzentos ativistas, com o objetivo de levar suprimentos ao território palestino.
- Entre os brasileiros detidos estão Thiago Ávila, Amanda Coelho Marzall, Leandro Lanfredi de Andrade e Thainara Rogério; também foi confirmada a prisão de Mandi Coelho, estudante da USP.
- Outros brasileiros, como Ariadne Telles, Beatriz Moreira, Lisi Proença e Lucas Gusmão, estavam em embarcações redirecionadas para Creta e não foram detidos.
- A interceptação ocorreu fora das águas territoriais de Israel; os detidos foram levados para o porto de Ashdod, e não há confirmação oficial sobre saúde ou acusações formais; parte dos participantes permanece próximo à costa grega.
Quatro brasileiros foram detidos por forças de Israel durante uma tentativa de entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A interceptação ocorreu na quarta-feira, 29/4, em águas do Mediterrâneo próximas à ilha de Creta, na Grécia. O grupo participava de uma flotilha internacional com mais de 200 ativistas.
A flotilha partiu de Catânia, no sul da Itália, há poucos dias, com destino à costa de Gaza. Segundo organizadores, a operação ocorreu fora das águas territoriais israelenses, o que levou a questionamentos sobre a legalidade com base no direito internacional.
Entre os detidos estão Thiago Ávila, Amanda Coelho Marzall, Leandro Lanfredi de Andrade e Thainara Rogério. Também foi confirmado o encarceramento de Mandi Coelho, estudante da USP e pré-candidata pelo PSTU. Outros brasileiros não detidos estavam em embarcações direcionadas a Creta.
A detenção ocorreu após a interceptação, com os ativistas levados em navios militares ao porto de Ashdod, no sul de Israel. Não há confirmação oficial sobre a saúde ou acusações formais contra os brasileiros até o momento.
Alguns participantes conseguiram evitar a interceptação e permanecem em áreas próximas à costa grega. A organização afirma que houve uso de força, danos a embarcações e interrupção de sistemas de comunicação durante a operação.
Até o momento, autoridades gregas não confirmaram ter sido notificadas previamente sobre a interceptação. A ação ocorre no contexto do bloqueio à Faixa de Gaza, mantido por Israel sob alegação de segurança.
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