- Cristãos em vilarejos do distrito de Narayanpur, Chhattisgarh, receberam ultimato para renunciar a Jesus até 30 de abril de 2026, sob risco de protestos e ações legais.
- A demanda parte da organização Sarva Adivasi Samaj, que reúne comunidades tribais e reuniu cerca de 800 pessoas em 7 de abril de 2026 para exigir a reconversão.
- Em discurso durante o encontro, líderes afirmaram que tentativas de converter tribais não serão toleradas e que medidas rigorosas serão aplicadas aos convertidos.
- A Sarva Adivasi Samaj citou o Projeto de Lei de Liberdade Religiosa de Chhattisgarh de 2026, que restringe a mudança de fé, como base para possíveis ações legais e protestos.
- A pressão tem levado algumas famílias a considerar a participação na cerimônia de Ghar Wapsi, enquanto cristãos enfrentam hostilidade, intimidação e isolamento social na região.
Comunidades cristãs em vilarejos do distrito de Narayanpur, em Chhattisgarh, receberam um ultimato para renunciar à fé em Jesus até 30 de abril de 2026, sob risco de protestos em grande escala e ações legais. A pressão partiu de uma organização tribal influente na região.
A Sarva Adivasi Samaj reuniu cerca de 800 pessoas em 7 de abril de 2026 para pedir a reconversão de quem deixou as crenças ancestrais. Líderes locais afirmaram que tentativas de conversão de tradições tribais e deuses locais devem parar.
O principal orador afirmou que a questão ultrapassa o religioso, atingindo a identidade cultural e social da comunidade. A organização ameaça manifestações e ações legais contra os convertidos, citando o Projeto de Lei de Liberdade Religiosa de Chhattisgarh de 2026.
A situação se agrava em uma região com leis anticonversão entre as mais rígidas da Índia. Embora a Constituição garanta liberdade religiosa, autoridades locais têm imposto restrições por meio de normas estaduais e pressões sociais.
Algumas famílias avaliam participar das cerimônias de Ghar Wapsi para evitar conflitos, enquanto muitos cristãos vivem sob temor de protestos e reconversões forçadas. Organizações de direitos religiosos destacam esse cenário como parte de um padrão de violência e coerção.
Portas Abertas e outras entidades destacam que seguir Jesus continua a exigir custo elevado em várias partes do mundo. Há pedidos por justiça, proteção às minorias religiosas e apoio às igrejas locais para assistência e resiliência das comunidades afetadas.
Contexto e desdobramentos legais são acompanhados com cautela, já que a Índia permanece sob escrutínio internacional quanto à implementação de liberdades religiosas em estados com leis mais restritivas.
Folha Gospel com informações de Portas Abertas
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