- EUA e Venezuela retomaram voos comerciais pela manhã, após sete anos, com a American Airlines saindo de Miami em direção a Caracas e levando jornalistas e autoridades a bordo.
- A operação será diária pela Envoy, subsidiária regional da American, com a previsão de adicionar um segundo voo diário a partir de vinte e um de maio.
- A ministra dos Transportes da Venezuela, Jacqueline Faria, celebrou a retomada, destacando conectividade, desenvolvimento e produtividade; o encarregado de negócios dos EUA, John Barrett, afirmou que os voos sinalizam abertura para negócios.
- Em março, o Departamento de Estado retirou a Venezuela da lista de “não viajar”, recomendando apenas reconsiderar viagem devido a riscos de crime, sequestro, terrorismo e infraestrutura de saúde.
- A Administração de Segurança no Transporte esteve em Caracas em março para revisar procedimentos de segurança, e a Venezuela espera receber cerca de 100 mil passageiros por ano com a retomada.
Voos comerciais entre os EUA e a Venezuela foram retomados nesta quinta-feira, após sete anos de suspensão. A American Airlines partiu de Miami com destino a Caracas, levando jornalistas e autoridades a bordo. A operação ocorre pela Envoy, a subsidiária regional da empresa.
A retomada inclui a volta de voos diários para o país, com a companhia planejando adicionar um segundo voo diário a partir de 21 de maio. A medida marca a reabertura de serviços entre as duas nações após anos de restrições.
A ministra venezuelana dos Transportes, Jacqueline Faria, celebrou a retomada e destacou a conectividade como motor de desenvolvimento. O encarregado de negócios dos EUA, John Barrett, também acompanhou a cerimônia no aeroporto de Maiquetía.
Barrett afirmou que a Venezuela deve receber cerca de 100 mil passageiros por ano, entre 7.200 e 8.000 mensais, com a retomada dos voos. O governo americano retirou a Venezuela da lista de viagens “não viajar” em março.
A TSA esteve em Caracas em março para revisar procedimentos de segurança aeroportuária. A American Airlines operava na Venezuela desde 1987 e foi a maior companhia dos EUA no país até a suspensão em 2019.
O Departamento de Estado passou a advertir apenas para reconsiderar viagens, citando riscos de crime, sequestro e infraestrutura de saúde precária. A retomada acontece após ações conjugadas entre Washington e Caracas.
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