- O Exército de Israel anunciou que interceptou uma flotilha destinada à Faixa de Gaza, perto da ilha grega Kastellorizo, no Mar Egeu, e prendeu mais de 170 ativistas.
- A operação foi descrita como de rotina pelo comando militar, e resultou na apreensão de todos os barcos e no interrogar dos ativistas.
- A flotilha tinha como objetivo contestar o bloqueio israelense a Gaza, que persiste desde 2007.
- O governo grego afirmou que a operação seguiu as leis internacionais e que os ativistas foram liberados após serem ouvidos.
- Organizações de direitos humanos condenaram a ação, enquanto o governo israelense disse que a flotilha representava uma ameaça à segurança nacional.
O Exército de Israel informou ter interceptado uma flotilha que seguia para a Faixa de Gaza, governada pelo Hamas, perto da ilha grega de Kastellorizo, no Mar Egeu, prendendo mais de 170 ativistas. A operação foi descrita como de rotina pelo comando militar. Os barcos foram apreendidos e os ativistas levados para interrogatório.
Contexto
Desde 2007, Gaza está sob bloqueio israelense que restringe a entrada de bens e pessoas. A flotilha partiu de vários países com o objetivo de chamar atenção à crise humanitária na região.
Reações e desdobramentos
O governo grego afirmou que a operação ocorreu dentro das leis internacionais e que os ativistas foram liberados após serem ouvidos. Organizações de direitos humanos criticaram a atuação, alegando fins pacíficos da flotilha. Israel sustenta que a ação visava impedir uma ameaça à sua segurança.
Objetivo da flotilha
A iniciativa buscava distribuir ajuda humanitária nas proximidades de Gaza e promover a causa palestina, em resposta a tentativas anteriores de desafiar o bloqueio. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos na região.
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