- Quatro brasileiros participantes de uma flotilha humanitária foram capturados por forças de Israel em águas internacionais próximas à ilha de Creta, na Grécia.
- Entre os detidos está o ativista Thiago Ávila, que já havia sido preso em outras iniciativas da mesma linha e integrava o comitê diretor internacional da flotilha.
- Os demais brasileiros são Amanda Coelho Marzall, Leandro Lanfredi de Andrade e Thainara Rogério; o grupo saiu de Catânia, Itália, no domingo anterior com destino à Faixa de Gaza.
- Segundo os organizadores, os brasileiros estavam sendo levados para o porto de Ashdod, no sul de Israel; não há informações atualizadas sobre paradeiro ou estado de saúde.
- A Global Sumud Flotilla afirma que a ação ocorreu em aguas internacionais, que violaria normas do direito internacional, e aponta uso de força, bloqueio de comunicações e danos a embarcações.
Quatro brasileiros participantes de uma flotilha humanitária para a Faixa de Gaza foram capturados por forças de Israel, segundo organizadores da Global Sumud Flotilla. O grupo foi interceptado em águas internacionais próximo à ilha de Creta, na Grécia, na última quarta-feira.
Os detidos integram a comitiva que partiu de Catânia, na Itália, no domingo anterior (26), com destino à região palestina. Entre os capturados está Thiago Ávila, conhecido ativista que já enfrentou prisões em iniciativas similares. Também integram o grupo Amanda Coelho Marzall, Leandro Lanfredi de Andrade e Thainara Rogério.
Segundo a Global Sumud Flotilla, a operação ocorreu em águas internacionais e envolve o sequestro de civis, com alegação de uso de força pela Marinha israelense. A organização também afirma danos a embarcações e bloqueio de sistemas de comunicação, além de indicar envio dos brasileiros para o porto de Ashdod, no sul de Israel.
Thiago Ávila já foi preso por forças israelenses em outras missões; familiares haviam denunciado maus-tratos e possível isolamento. A flotilha contava com membros de diferentes nacionalidades, incluindo delegação catalã, conforme informações dos organizadores.
Ainda não há confirmação oficial sobre o paradeiro atual nem o estado de saúde dos brasileiros detidos. Não houve atualização pública sobre o retorno dos capturados ou sobre medidas diplomáticas envolvendo as famílias.
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