- A mãe de Noelia Castillo, Yolanda Ramos, pediu o fim da lei que autoriza a eutanásia na Espanha, afirmando que a filha não deveria ter recebido autorização.
- Ela disse que Noelia, com 25 anos, não possuía doença terminal e, por isso, não deveria ter morrido sob o procedimento.
- Ramos sustenta que Noelia tinha transtorno mental, o que, segundo ela, afetaria a capacidade de tomar decisão consciente.
- Noelia morreu em março, após uma disputa judicial sobre o direito à eutanásia; ficou paraplégica em 2022 e apresentava dor crônica e debilitante, conforme laudos médicos e decisões judiciais.
A mãe de Noelia Castillo, Yolanda Ramos, contesta a eutanásia da filha, ocorrida na Espanha. A jovem, de 25 anos, teria morrido em março após uma disputa judicial sobre o direito à morte assistida. Ramos afirma que Noelia não possuía doença terminal.
Ela questiona o diagnóstico de dor crônica usado para autorizar o procedimento. Segundo Ramos, Noelia sofria de transtorno mental, o que, na visão da mãe, comprometeria a capacidade da filha de tomar uma decisão consciente.
Noelia ficou paraplégica em 2022 e, segundo laudos médicos e decisões judiciais, apresentava condição irreversível com dor crônica, critérios previstos pela legislação espanhola para a morte assistida. A família tem pressionado por mudanças na lei.
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