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Petro chama Netanyahu de genocida e acusa Israel de sequestrar ativistas

Petro chama governo Netanyahu de genocida e afirma sequestro de ativistas, incluindo colombianos e brasileiros, durante interceptação de flotilha rumo a Gaza

Governo Petro cortou relações com Israel devido à guerra em Gaza (Foto: EFE/ Ricardo Maldonado Rozo)
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  • O presidente Gustavo Petro chamou o governo de Israel de “regime genocida” e afirmou que ativistas, incluindo brasileiros e três colombianos, foram sequestrados durante viagem rumo a Gaza.
  • Petro informou que os colombianos sequestrados eram Andrés Leonardo Castelblanco Jaime (na embarcação Batolo), Daniela Lisette Castillo Mogollón (Eros) e Estefanía Gutiérrez Castañeda (Al Bassa).
  • O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou que cerca de 175 ativistas da Flotilha Global Sumud foram detidos e transferidos para Israel após interceptação de seus navios em águas internacionais próximas à Grécia, a cerca de 1.200 quilômetros da Faixa de Gaza.
  • O governo israelense alegou que a flotilha pretendia sabotar a transição para a segunda fase do plano de paz proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para o enclave palestino.
  • Em 2024, a Colômbia rompeu relações diplomáticas com Israel em protesto à guerra na Faixa de Gaza; no ano anterior, Petro condecorou duas colombianas que tentaram romper o bloqueio.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que Israel sequestrou ativistas, incluindo brasileiros e três colombianos, que navegavam rumo a Gaza. Ele classificou o governo de Benjamin Netanyahu como regime genocida.

Segundo Petro, os colombianos sequestrados são Andrés Leonardo Castelblanco Jaime (na Batolo), Daniela Lisette Castillo Mogollón (Eros) e Estefanía Gutiérrez Castañeda (Al Bassa). A informação foi publicada por ele no X.

O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou que cerca de 175 ativistas da Flotilha Global Sumud foram detidos no dia anterior. Eles foram transferidos a Israel após a interceptação dos navios em águas internacionais próximas à Grécia.

Israel afirmou que a flotilha buscava sabotar a segunda fase do suposto plano de paz ligado ao governo americano. A operação ocorreu a cerca de 1.200 quilômetros da Faixa de Gaza, em águas internacionais.

No ano passado, Petro recebeu e condecorou duas colombianas que tentaram romper o bloqueio a Gaza, em outra ação de ativistas. A Colômbia rompeu relações diplomáticas com Israel em 2024, em protesto à guerra na região.

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